O modo do judeu escrever é peculiar. O hebreu ( judeu) arrasta a lenda para a história de uma maneira toda peculiar. Personalíssima, se se pode estender a acepção desta palavra ao povo enquanto unidade linguística, cultura, pensamento, espírito, axiologia, atos rituais ( os atos do cotidiano são atos rituais e não somente os atos religiosos, como se costuma entender), enfim, um complexo que não cabe aqui, no texto.
O povo da Bíblia ( e vice-versa : a Bíblia do povo hebreu, judeu) tracejou, pelas mãos de seus nobres escribas e sábios, uma história que mescla claramente lenda e história a ponto de o produto final sair como mito, que é a maneira mais poderosa de conquistar um povo ( e os outros povos) através de signos.
É a semiótica, a semiologia judaica, numa aplicação brilhante desta ciência através da arte ( técnica e tecnologia) semiótica e semiológica, um uso complexo , eloqüente, eficaz, e iluminado do "logos" ou "verbo", um modo de comunicação que atingiu o ápice na forma de narrar a história mesclada à lenda e ao mito, sutilmente, como se tudo fosse a verdade incontestável e de uma maneira tão imaginosa e maravilhosa escrita de modo a encantar, apaixonar, acalentar aquilo que há de mais fundo na alma e no espírito do leitor, algo que lhe é mais caro , ou seja, dirigindo-se diretamente ao leitor como se fosse o próprio leitor a falar de si, do seu ego, de forma a salvá-lo e blindá-lo até da morte, dá-lhe riquezas e sabedoria, reinos e glórias divinas, graças ao coquetel da vida eterna mesclado no texto para ser saboreado e embriagar o leitor ou o ouvinte : é um canto de enamorados, um falar, um sussurrar em segredo de Deus ao homem, ao indivíduo, como sói acontecer nos oaristos ; um diálogo exclusivo ao indivíduo, ao indivíduo que lê as escrituras Sagradas, ápice ( a semiótica cuida também da parte ritual e a semiologia de revestir a lenda contada no corpo da história em mito: este o verdadeiro milagre do povo hebreu, do povo de Israel), um milagre de persuasão que convenceu o mundo, centrado no indivíduo, de que o impossível não existe : tudo é possível no reino sobrenatural onde fauna e flora são outras e o clima é mediterrâneo..
O segredo, o enigma da "vida eterna" dos textos bíblicos repousa no fato de que os escribas e sábios do povo hebreu souberam escrever, colocar em signos, passar à história, lendas populares mescladas com genialidade a fatos ( acontecimentos, sucessos reais ) e atos ( ocorrências cuja fonte foi impulsionadas pelo pensamento humano e realizadas pelo ser humano que as tornaram fatos ; enfim, fatos cuja origem são as ações do ser humano como os artefatos culturais, a construção da língua, a mudança dos valores sociais e pessoais, etc .).
Ao transformarem as lendas populares ( a expressão "lendas populares é tautológica, pois as lendas são originárias do povo e vêm da linguagem oral, seu berço é a oralidade ) as lendas sobre atos e fatos humanos e naturais, ao serem escritos têm, necessariamente, de serem elaborados e adaptados à uma forma infinitamente mais precisa e fixa que é a história.
Então ocorre a bifurcação do pensamento : o que é oral é transitório, profano, impreciso, mutável em cada narração pessoal; porém, o que é escrito é imutável ou, ao mesmo, passa essa idéia de rigidez pétrea ( tanto que muito se escreveu em pedra no Egito Antigo, nas Grandes Pirâmides, livros abertos à semiótica e semiologia egípcia, dos quais o povo hebreu hauriu em tempos de cativeiro : diáspora).
A obra escrita pode ser copiada exatamente com está escrita, não omitindo nada, como , também, evidentemente, pode servir às mutações estratégicas das quais são useiros e vezeiros a classe política.
A princípio, entretanto, a idéia do povo sobre a obra, os "pequenos livros " ( bíblias) , que contrastam com as "Grandes Pirâmides" do Egito, porquanto o nômade povo hebreu não podia construir, em sua peregrinação, grandes obras e, por isso, fizeram essas obras em em signos e símbolos, dos quais a Bíblia, Torah, Pentateuco, enfim, o Velho e o Novo Testamento estão cheios ( são as Grandes Pirâmides simbólicas dos hebreus ), a idéia do povo é que os "pequenos livros" foram escritos foram escritos com fogo na pedra, pela mão de Deus : Os Dez Mandamentos e, que, portanto, seriam mantidos rijos como pedras ainda que escritos em rolos, papiros, papéis, graças á intervenção pétrea de Deus, que não deixa sua palavra mudar, assim como não deixa que as rochas mudem com o tempo ( desconsiderando a concepção geológica do tempo, idéia que não constava do arcabouço de saber judaico, ao que consta).
Esse livro de pedra, o livro fóssil, com signos petrificados, marcados na pedra, ,fossilizados, escrito,, em signos, na pedra, e não mais em símbolos, que o judeu, o hebreu abominava a imagem que é a forma mais comum que toma o símbolo, o caminho mais curto e inteligível aos olhos; esse livro na pedra, pequeno "livro" ( ou um excerto de livro) contendo os Dez Mandamentos de Deus, que deveriam estar sempre gravados na pedra, para os olhos, e no coração, órgão do sentimento (paixão, se se pensa em grego ) e entendimento humano ( razão, se se quer entender como o romano; no grego seria "Nous").
O coração, órgão da sensibilidade, sede das emoções e do pensamento antigo, como era visto pelos antigos, os hebreus herdaram esse "coração" do Egito Antigo, à sombra das pirâmides e do Faraó, que os alimentava e escravizava ( a velha exploração humana ).
A metáfora, na língua hebraica, salta da pedra ao coração : da pedra morta ao órgão mais vital do ser humano, ao menos na concepção antiga : o coração, órgão que abrigava sentimentos e pensamentos, tanto que os egípcios mumificados arrancavam o cérebro e outros órgãos, mas não o coração.
Ao colocarem a lenda em signos na pedra, os hebreus passaram a considerá-la sagrada, ou seja, como uma herança do povo de Deus e instituíram o sacerdócio, ou seja, aqueles que cuidam da herança, os administradores da herança de Deus.
Então a lenda se fixou em pedra e se transformou em história : a oralidade foi relegada, a tradição oral deu lugar à história, ou seja, fatos e lendas narrados em sua forma definitiva, ao menos aparentemente, porquanto contextos e línguas tenham mudado muito do que se escreveu, fazendo um novo papel de lenda : lenda escrita, lenda como espírito encarnado na história, lenda que é comparada à lendas da língua tradutora e que acabam por macular o entendimento, porquanto a experiência é intransferível pela história, pela palavra escrita e mesmo pela oralidade.
O povo hebreu, criou uma forma inversa dos gregos; enquanto os gregos começaram do mito, quando as lendas foram escritas em versos cantados por Hesíodo e Homero, os hebreus começaram das lendas e delas foram à história e da história saltaram para o mito, criando a subsunção com a realidade dos fatos.
Os gregos fizeram subsunção na vida humana e na natureza com mitos originários de suas lendas, sua oralidade; os hebreus fizeram o oposto transmutaram o mito em realidade hipotética, em hipótese que se aplica à realidade, aos fatos, aos menos aos fatos do pensamento e do sentimento : a fé.
Gregos fizeram da história ciência fria : filosofia; hebreus fizeram da história o mito da fé, de onde se originaram as religiões do judaísmo e cristianismo.
A história, na Grécia, veio em seqüencia dos mitos e lendas, nos quais se contavam a vida de heróis que não existiram senão na ficção ( uma espécie de hipótese antiga para um tipo ideal de indivíduo, uma idealização do indivíduo, onde Platão viu suas idéias e as recolheu numa teoria, que veio do mito); heróis cuja existência era apenas como o ser das idéias, algo universal e abstrato, concernente ao ser e não ao ente, no jargão de Heidegger, à mente que ao cérebro, ou seja, a mente no sentido em que a mente humana é o grande símbolo que contém os demais símbolos e o cérebro, como tudo que é material, um conjunto de tecidos e moléculas e células e átomos, elétrons, prótons em interação ; a mente é o "organismo" dos símbolos e signos.
O cérebro é material e a mente imaterial, representado nessa imaterialidade a geometria, pois o triângulo imaginado pela mente humana é imaterial e não contém nem mesmo energia : é de um mundo à parte : mundo das idéias, conceituado pelo filósofo Platão, o divino. Como a geometria, todos os objetos das demais ciências ( dentre elas a filosofia, que é ciência-mãe terra, onde todas as outras ciências e tecnologias têm sua base, porquanto todo o pensamento das ciências é fundado numa metafísica)são imateriais, produtos da mente, da abstração
A história grega é o fecho, o fim do mito, no sentido é o objetivo lógico onde os mitos dariam : a finalidade do pensamento grego, cujo "melhor fim", o final feliz é o filósofo : Aristóteles, o herói, a divindade mais elevada da sabedoria, a encarnação, nos signos da história, da deusa e do deus da sabedoria: Atena e Apolo .
Aristóteles, cujo nome pode ser traduzido do grego como " O melhor fim " ou o final feliz, a teleologia grega, a escatologia da lógica, do pensamento grego expresso em mitos, ritos, artes, teatro, poesia, filosofia, ciências, etc.
Entre os hebreus, entretanto, o caminho é inverso. O mito é o fim, o objetivo, a finalidade teleológica ( tautologia para dar ênfase) do pensamento hebraico, judeu.
A teologia hebraica é a própria escatologia ; ambas se confundem uma mixórdia de conceitos puramente hebraicos, numa metafísica da Cabala, concepção´originárias dos hebreus, assim como a filosofia ao modo grego é uma concepção originária dos helenos, helenística, grega, enfim.
A história, na concepção hebraica, apenas recolhe as lendas e as fixa na pedra de Moisés ( a primeira bíblia, o primeiro livrinho) e , posteriormente na Torah : é a lei ( a lei é sempre escrita, é história; as normas não escritas são antes costumes que leis. Lei e palavra tem uma afinidade significativa, bem como lei, palavra e história formam uma tríade, cujos significados dialogam).
O povo hebreu, através da bíblia, sua história, transformou a história lendária em mito, por meio de seus ritos religiosos e dos mitos cotidianos que esses rituais religiosos forma, paulatinamente, se transmutando em rituais cotidianos, comezinhos, costumes e leis.
A subsunção da hipótese mitológica hebraica deu-se quando o mito hebraico transmutado em história encontrou nos atos e fatos rituais e nas crenças que esses atos e fato perpetraram e alimentaram, fatos perfeitos onde subsumir-se.
O mito histórico judeu é hoje uma hipótese cuja subsunção com os fatos por ele descritos ocorrem na realidade quotidiana das Igrejas e mesmo fora delas, no lar, nas empresas, etc., porquanto o mito se transplantou para a realidade graças aos rituais e as crenças que ele soube, brilhante, incutir na mente das pessoas como realidades simbólicas que, hoje, são tão ou mais reais que os fatos, ao menos na concepção, na leitura da mente em modo de fé.
A lei é um paradigma para o que dissemos acima. Na realidade, a subsunção legal, o encontro da hipótese descrita em lei com o fato na realidade, fato que corrobora a hipótese lega, é o que se chama, em Direito, de Subsunção legal.
No Direito Tributário, esse fato, que é o corolário da hipótese de incidência legal, é denominado de "fato gerador", porquanto ele gera o tributo, conforme o comportamento descrito, previsto em lei, hipoteticamente, ocorra de fato, complete o circuito do Direito que vai do ato ( no caso, hipótese legal, pensamento descrito em lei, fato imaginário descrito em lei) até o fato ( o comportamento que a lei previra na sua descrição hipotética, não obstante essa descrição hipotética fundar-se num fato possível de ocorre, previsível racionalmente e quotidianamente ).
A teleologia grega se esgota no filósofo Aristóteles, o estagirita, talvez o único filósofo que a Grécia Antiga e o mundo já produziu.
Consoante Heidegger, antes de Aristóteles o que há são pensadores, que prepararam o caminho ao nascimento e acabamento da filosofia ; acabamento ou fim da filosofia no sentido de a filosofia ter cumprido o seu objetivo, ter atingido o seu cume, o fim proposto por Aristóteles e os pensadores predecessores : Os pré-socráticos, Sócrates e Platão.
Com Aristóteles, o filósofo, a filosofia, a metafísica começa e chega ao fim, ao objetivo máximo proposto : ao arremate.
Antes e após Aristóteles voltam a existir somente pensadores, pois o filósofo, ao que consta, foi somente o estagirita Aristóteles, cognominado "filósofo"na Idade Média; o primeiro e único filósofo até hoje. Após o momento da filosofia com Aristóteles, o filósofo, retornam os pensadores.
Não obstante, os filósofos cínicos, na práxis, na vida real, são os verdadeiros filósofos, os filósofos da vida e não da lógica e da ciência , como o foi Aristóteles. A filosofia maior, a filosofia que atingiu a maioridade em Aristóteles, foi, posteriormente, incorporada à filosofia cínica, sem no entanto escravizar o pensamento cínico, que não se apega a nada, tampouco ao saber ou à virtude, que são pilares, colunas da filosofia de Aristóteles, presentes nas suas éticas a" Nicômaco" e a "Eudóxio", seus filhos.
Sem embargo, Aristóteles não viveu plenamente a filosofia em sua vida, mas mais no seu pensamento ; os cínicos, ao contrário, aplicaram a filosofia à própria vida, sendo os primeiros e reais "existencialistas", no sentido de exercitar a filosofia no transcurso da vida natural e social.
Mister dizer que com o acabamento da filosofia em Aristóteles, o estagirita, o saber acabou, a sabedoria chegou a um fim, que erigiu a ciência e a tecnologia. As "filosofias" posteriores a Aristóteles foram somente correções, aperfeiçoamentos e re-contextualizações do pensamento do filósofo no mundo : Aristóteles e, principalmente, os cínicos que, de fato, sempre sempre foram os únicos filósofos no mundo, uma vez que Aristóteles apenas se posicionou na filosofia enquanto conhecimento, sabedoria e não como vivência, senão pelas ficções éticas a Nicômaco e a Eudóxio.
Os hebreus, o judeus, ao contrário, em sua escatologia colocaram a espera, a esperança infinita, sem tempo, porquanto a fé necessita de vida, mais que a filosofia, mais que qualquer saber; a fé é vital para o indivíduo e para a sociedade. Daí a escatologia hebraica, judaica, jamais ter se concretizado no tempo, ou antes, a escatologia hebraica e judaica se encarnar na idéia da vinda futura ( e sempre futura) de um Messias, de um rei, cuja finalidade é salvar o povo judeu e o mundo, através da instituição da paz universal e outras utopias essenciais para a sobrevivência da fé, que vive o presente sonhando o futuro, ou seja, que é útil enquanto sonífero, não vigilância da mente mergulhada nos símbolos que constituem essa própria mente, que é em si o símbolo que contém os demais.
No cristianismo, que foi a tentativa de trazer o Messias para a vida real, tirá-lo da expectativa e encetar a construção do reino de Deus na terra, essa tentativa frustrou muitos judeus e encheu de esperanças outros, mas com o tempo e a Parusia de Cristo, o Messias cristão, os próprios judeus preferiram continuar o Messias prometido pelos profetas, porquanto o Cristo dos cristãos, um ser real e lendário, não trouxe ao povo judeu o que esperavam e mesmo frustrou os cristão da época dos apóstolos, uma vez que sua segunda vinda ( parusia) era esperada pelos apóstolos e pelos cristãos vivos à época e não ocorreu.
Os apóstolos, mormente Paulo ou Saulo de Tarso, em suas epístolas, teve que criar verdadeiros tratados para explicar a frustração da segunda vida de Cristo ( Parusia) para eles próprios e para os cristãos que haviam investidos suas vidas e carreiras no cristianismo incipiente.
Todavia, Cristo não veio no tempo anunciado pelos evangelhos e , quiçá, pelo próprio Jesus, cognominado Cristo, e os cristãos, para evitar serem considerados tolos e estúpidos trouxe, nas doutrinas desesperadas de Saulo a Parusia, outra forma do Messias judeu.
O saber pode acabar, chegar ao fim, mas a fé não : a fé é a própria vida ; o saber é a ciência para a sobrevivência da espécie.
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sábado, 28 de fevereiro de 2009
LA FAÇON D'ÉCRIRE JUIF
La façon d'écrire juif est unique. L'hébreu (juive) glisser la légende de l'histoire d'une manière particulière. Personalíssima, si vous pouvez étendre le sens de ce mot à la population comme la langue, la culture, de pensée, esprit, axiologique, rituels (les actes sont des actes de rituels quotidiens et les actes non seulement religieux, comme l'entend habituellement), soit un compliquée qu'elle ne l'est ici dans le texte.
Le peuple de la Bible (et vice-versa: le peuple de la Bible hébraïque, juive) anéantis, par les mains de ses nobles scribes et sage des hommes, une histoire qui mêle l'histoire et la légende clairement le point du produit final en tant que mythe, qui est la le plus puissant moyen de bâtir un peuple (et d'autres peuples) à travers des signes.
Il s'agit de la sémiotique, la sémiologie juive, une brillante application de la science à travers l'art (technique et technologie) et la sémiologie sémiotique, à l'utilisation complexe, éloquent, efficace, et allumé le "logos" ou "verbe", un mode de communication qui a atteint le sommet en forme de raconter l'histoire mélangé avec légendes et de mythes, subtilement, comme si c'était la vérité et d'une indéniable imaginer et si merveilleux écrit au bonheur, l'amour, aimer ce qui est plus profond dans l'âme et dans l'esprit du lecteur, ce qui est plus cher, ou la conduite directement au lecteur, comme si le lecteur lui-même de parler de lui-même, son ego, afin de le sauver et aveugle à la mort, lui a donné la richesse et la sagesse, la béatitude divine et royaumes, à travers le cocktail de la vie éternelle dans le texte à savourer tout en état d'ébriété et le lecteur ou l'auditeur: il s'agit d'une chanson d'amour, un discours, dans un murmure secret de Dieu à l'homme, l'individu, comme c'est le cas en soi oaristos; que le dialogue, la personne qui lit les Saintes Écritures, l'apex (sémiotique prend également en charge du rituel de la sémiologie et de la légende racontée dans le corps de l'histoire dans le mythe: le vrai miracle, le peuple hébreu, le peuple d'Israël), un miracle de persuasion pour convaincre le monde entier, en mettant l'accent sur l'individu, que l'impossible n'existe pas: tout est possible dans le merveilleux royaume où la flore et la faune sont les autres et le climat est méditerranéen .. Le secret, l'énigme de la «vie éternelle» des textes bibliques, réside dans le fait que les scribes et les sages ont connu hébreu écrit, mis en signes, en passant sur l'histoire, les légendes populaires génie mixtes avec les faits (manifestations, des événements réels) et actions (événements dont la source a été stimulée par la pensée humaine et faite par les humains qui deviennent des faits, enfin, les faits dont l'origine est l'action des êtres humains comme des objets culturels, la construction de la langue, le changement des valeurs sociales et personnelles, etc .). Afin de transformer les légendes populaires (le terme "légendes populaires est superflue, car les légendes sont des gens et viennent de la langue orale, sa ville natale est parlée) les légendes et des faits sur les actions humaines et naturelles, à écrire sont, nécessairement, à être développés et adaptés à une beaucoup plus précis et fixe qui est l'histoire. Ainsi, la bifurcation de la pensée: ce qui est oral transition, profane, inexactes, chaque histoire personnelle de l'évolution, mais ce qui est écrit est immuable, ou les mêmes, est cette idée de rigidité Pétra (tant que beaucoup a été écrit en pierre dans l'Egypte ancienne, les grandes pyramides, le livre ouvert à la sémiotique et la sémiologie égyptien, dont le peuple hébreu en période de captivité hauriu: diaspora). Le travail écrit ne peut être copié exactement est écrit, de ne pas omettre quoi que ce soit, et, aussi, bien sûr, peut servir les changements stratégiques qui sont useiros et vezeiros la classe politique.
Le principe, cependant, l'idée que les gens sur le travail, le "petit livre" (la bible), ce qui contraste avec la "Grande Pyramide" de l'Égypte, que la population nomade d'Israël ne pouvait pas s'appuyer sur leur pèlerinage, les grands travaux et, par conséquent, ces travaux ont, à des signes et des symboles, y compris la Bible, Torah, Pentateuque, enfin, l'Ancien et le Nouveau Testaments sont remplies (les grandes pyramides sont symboliques des Hébreux), l'idée que les gens est que «les petits livres "ont été écrits ont été écrites dans la pierre de feu, par la main de Dieu: Les Dix Commandements, et que, par conséquent, être tenu ferme et même écrit dans la pierre des rouleaux, des papyrus, papier, Pétra, grâce à l'intervention de Dieu, qui est leur mot changement, et ne pas laisser les roches changent avec le temps (en ignorant la notion de temps géologique, l'idée était de ne pas savoir juif cadre, il est).
Ce livre de pierre, de fossiles, le livre, avec des signes pétrifiés, marquée dans la pierre, fossilisé, de l'écriture sur les panneaux en pierre, plutôt que dans les symboles, que le Juif, l'hébreu haine de l'image qui est la forme la plus commune qui prend le symbole, le chemin le plus court et intelligible à l'œil, ce livre de pierre, un petit "livre" (ou un extrait du livre), contenant les dix commandements de Dieu, qui doit toujours être écrit dans la pierre, les yeux, et dans le cœur, la sensation de corps (passion, si l'on pense en grec) et de la compréhension humaine (la raison, si vous voulez comprendre comment les romains, les grecs serait "Nous"). Le coeur, la sensibilité du corps, siège des émotions et des pensées de la vieille, comme on l'a vu par les anciens, les Hébreux, a hérité de ce "cœur" de l'ancienne Egypte, à l'ombre des pyramides et de Pharaon, qui a réduit en esclavage et l'alimentation (l'ancienne exploitation de l'homme ).
La métaphore, en hébreu, saut au coeur de pierre: la pierre à mort le plus important organe de l'être humain, au moins dans la vieille conception: le coeur, qui abritait le corps des sentiments et des pensées, de sorte que les Egyptiens momifiés déchiré le cerveau et les autres organismes, mais pas le cœur. En plaçant la légende sur les signes dans la pierre, les Hébreux, il a commencé à envisager de sacré, ou comme un héritage du peuple de Dieu et établi dans le sacerdoce, ou ceux qui s'occupent de la succession, les administrateurs de l'héritage de Dieu. Ainsi, la légende est en pierre et en tournée dans l'histoire: la voie orale a été relégué, la tradition orale a fait place à l'histoire, des légendes ou des faits et raconté dans sa forme définitive, au moins apparemment, que les contextes et les langues ont beaucoup changé de Cela dit, un nouveau rôle de la légende: écrire la légende, la légende et de l'esprit incarné dans l'histoire, la légende, qui est alors comparé à la légende de la langue de traducteur et que finalement maculaire compréhension, car l'expérience est non pour l'histoire, écrit et même l'oral.
Le peuple hébreu, a créé une inversion des Grecs, alors que les Grecs ont commencé le mythe, où les légendes ont été écrites dans les versets chantés par Homère et Hesíodo, les Hébreux ont commencé l'une des légendes et d'histoire et ont passé à l'histoire du mythe, de créer subsunção avec la réalité des faits.
Les Grecs n'ont subsunção dans la vie humaine et le mythe de la nature avec ses légendes, son oralité, les Hébreux ont opposé transmuter mythe à la réalité hypothétique, dans ce cas, s'applique à la réalité, les faits, moins les faits de la pensée et de l'impression: la foi. Les Grecs ont l'histoire froid science: la philosophie, l'histoire des Hébreux fait le mythe de la foi, qui a conduit les religions du judaïsme et du christianisme. L'histoire en Grèce, est venue à la suite des mythes et des légendes qui racontent la vie du héros qui n'existent pas, sauf dans la fiction (une sorte de chance pour un ancien modèle idéal de la personne, une idéalisation de l'individu, de Platon, où ont vu leur idées et ont une théorie qui est du mythe); héros dont l'existence n'est que comme des idées, quelque chose d'universel et abstrait, d'être concernés et non pas l'environnement, dans le jargon de Heidegger, l'esprit que le cerveau, c'est-à-dire l'esprit dans le sens que l'esprit humain est le grand symbole qui contient le cerveau et d'autres symboles, comme tout ce qui est important, un certain nombre de tissus et de cellules et les molécules et les atomes, les électrons, les protons en interaction, l'esprit est " corps "de symboles et de signes.
Le cerveau du matériel et de l'esprit est sans importance, d'immatérialité qui représente la géométrie, le triangle comme imaginé par l'esprit humain est sans importance et ne fait même pas l'énergie, est l'une du monde: monde des idées, considérées par le philosophe Platon, le divin. Comme la géométrie, les objets des autres sciences (dont la philosophie que la science est la mère patrie, où tous les autres sciences et technologies ont leur base, ils pensaient que l'ensemble de la science est fondée sur la métaphysique) est sans importance, les produits de l'esprit, l'abstraction.
L'histoire de la Grèce est la fermeture de la fin du mythe, le sens est la logique de l'objectif où mythes: le but de la pensée grecque, la "meilleure fin», la fin heureuse est le philosophe: Aristote, le héros, un dieu plus haute sagesse de l'incorporation, les signes de l'histoire, la déesse et le dieu de la sagesse: Athéna et Apollo. Aristote, dont le nom peut être traduit du grec en tant que "La meilleure vue» ou la fin heureuse, le grec téléologie, l'eschatologie à la logique de la pensée exprimée dans les mythes grecs, les rites, les arts, le théâtre, la poésie, la philosophie, les sciences, etc.
Parmi les Hébreux, cependant, le chemin est inversé. Le mythe est la fin, le but, la finalité téléologique (redondance de l'accent), de la pensée hébraïque, juive. La théologie est l'eschatologie juive, est une mosaïque confuse de concepts purement hébreu dans une métaphysique de la Kabbale, concepção'originárias des Hébreux et de la philosophie grecque est une façon de concevoir de Helena, hellénistique, grec, enfin.
L'histoire, la conception hébreu, de collecter les légendes et les fixe dans la pierre de Moïse (la première Bible, le premier livre) et la Torah: c'est la loi (la loi n'est jamais écrit, c'est de l'histoire, les règles non écrites ils sont des coutumes qui la loi. Droit et mot a une affinité significative, ainsi que de droit, d'histoire et de la parole sous forme d'une triade, dont les significations parler).
Le peuple hébreu à travers la Bible, son histoire, a fait l'histoire légendaire du mythe, de leurs rites religieux et les mythes de tous les jours de la manière dont ces rituels religieux, progressivement, est transformé en rituels du quotidien, comezinhos, les coutumes et les lois. L'hypothèse de la mythique hébreu subsunção donné lorsque transmutée en hébreu mythe histoire trouvée dans les faits et les actes rituels et les croyances et effectivement perpétré ces actes et de la nourriture, ce qui convient parfaitement subsumer il. Le mythe historique juif est maintenant une chance subsunção avec laquelle il a décrit les événements qui se produisent dans la réalité quotidienne des églises et même à l'extérieur, dans les maisons, les entreprises, etc. Parce que la transplantation est le mythe à la réalité grâce aux rituels et aux croyances il savait, lumineux, instiller dans les esprits comme le symbole des réalités qui, aujourd'hui, nous sommes au moins aussi réelle que les faits, au moins dans la conception, à la lecture de l'esprit en vue de la foi.
La loi est un paradigme de ce que nous avons dit ci-dessus. En effet, le cadre juridique subsunção, la réunion de l'hypothèse décrite dans la loi avec le fait, en réalité, un fait qui appuie l'hypothèse cool, est ce qu'on appelle en droit, une Subsunção. En droit fiscal, de ce fait, qui est le corollaire de l'hypothèse de l'effet juridique, est appelé «fait générateur», parce qu'elle génère de la taxe, que le comportement décrit, prévue par la loi, par hypothèse, en fait se produit, remplir le circuit de Droit d'agir en cours (dans le cas juridique scénario, la pensée décrit par la loi, décrite dans la loi fait imaginaire) sur le fait (le comportement que la loi prévoit, dans sa description hypothétique, en dépit de cette description sur la base d'un hypothétique effet possible de se produit, rationnel et prévisible, tous les jours).
La téléologie est épuisé dans le philosophe grec Aristote, l'estagirita, peut-être le seul philosophe que la Grèce antique et le monde les a produites. Comme Heidegger, Aristote avant quels sont les penseurs, qui ont préparé la voie et de la finition de la naissance de la philosophie, ou de finissage fin de la philosophie à la philosophie qui a rempli son objectif, après avoir atteint son apogée, l'ordre proposé par Aristote les penseurs et les précédentes: La pré-socratique, Socrate et Platon. Avec Aristote, le philosophe, la philosophie, la métaphysique et qui commence à la fin, l'objectif maximal: à la fin.
Avant et après Aristote encore, il ya seulement des penseurs, comme le philosophe, il n'était que le estagirita Aristote, surnom de "philosophe" au Moyen-Age, le premier et le seul philosophe d'aujourd'hui. Après le moment de la philosophie d'Aristote, le philosophe, le retour des penseurs.
Toutefois, le cynisme des philosophes, dans la pratique, dans la vraie vie, sont les vrais philosophes, les philosophes de la vie, pas de logique et de la science, comme l'a Aristote. Une philosophie majeur, une philosophie qui a atteint sa maturité à Aristote, a ensuite été incorporé dans la philosophie cynique, cynique sans asservir la pensée, et non pas l'attachement à quoi que ce soit, ni de connaître la raison ou qui sont les piliers, les colonnes la philosophie d'Aristote, de leur éthique de "Nicômaco" et "Eudóxio", leurs enfants.
Toutefois, Aristote ne vivent pas pleinement de la philosophie dans votre vie, mais dans votre pensée, les cyniques, toutefois, la philosophie appliquée à la vie elle-même, étant le premier véritable et «existentialiste», à travailler dans la philosophie de passage naturelles et la vie sociale.
Mister a dit que, avec l'achèvement de la philosophie dans Aristote, l'estagirita, juste savoir, la sagesse a pris fin, ce qui construit la science et la technologie. La "philosophie" après Aristote n'était que des correctifs, des améliorations et re-contextualizações la pensée du philosophe dans le monde: Aristote et, surtout, les cyniques qui, en fait, ont toujours été les seuls philosophes dans le monde depuis Aristote que placé dans la philosophie de la connaissance, la sagesse et non pas comme l'expérience, mais par la fiction Nicômaco éthique et Eudóxio. Les Hébreux, les Juifs, contrairement à son devoir attendre l'eschatologie, l'espoir sans fin, sans que la foi a besoin de la vie, plutôt que de la philosophie, plus que toute la connaissance, la foi est vital pour l'individu et la société. D'où l'eschatologie juive, les Juifs, n'ont jamais été réalisées dans le temps, ou avant, l'hébreu et de l'eschatologie juive est inscrit dans l'idée de l'avenir à venir (et quand l'avenir) d'un Messie, un roi, dont le but est de sauver le peuple juif et monde, grâce à l'établissement de la paix universelle et d'autres utopies indispensables à la survie de la foi, de vivre ce rêve l'avenir, ce qui est utile comme une drogue, pas de surveillance de l'esprit ancrée dans les symboles qui constituent l'esprit, qui est le symbole lui-même qui contient l'autre.
Dans le christianisme, qui a tenté de mettre le Messie dans la vraie vie, le faire sortir de l'attente, et de commencer à construire le royaume de Dieu sur la terre, cette tentative frustrée de nombreux juifs et d'autres remplis d'espoir, mais avec le temps et de Parus Christ, le chrétien le Messie, les Juifs préfèrent même le Messie promis par les prophètes, parce que le Christ des chrétiens, un être réel et mythique, le peuple juif n'a pas s'attendre à ce que les chrétiens et même de frustration à l'époque des apôtres, dans la mesure où sa seconde venue (Parus) était attendue par les apôtres et les chrétiens vivant à l'époque et n'a pas eu lieu. Les apôtres, en particulier Paul ou Saül de Tarse, dans ses épîtres, il a dû mettre en place un traitement pour expliquer la frustration de la deuxième vie du Christ (Parus) pour eux-mêmes et pour les chrétiens qui ont investi leur vie et leur carrière dans le christianisme naissant. Cependant, le Christ n'est pas venu dans le temps annoncé par les évangiles, et peut-être, par Jésus lui-même, le pseudonyme le Christ et les chrétiens, pour éviter d'être considéré comme insensé et stupide mis dans une situation désespérée des doctrines de l'Saul Parus, une autre forme du Messie juif.
La fin mai le savez, à la fin, mais pas la foi: la foi est la vie elle-même, la connaissance est la science pour la survie de l'espèce.
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Torah, Pentateuque: l'exode (Shmot) - Tanach, Torah, Pentateuque, l'exode (Shmot) - Wikipedia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Lévitique - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Lévitique -- Tanach, Torah, Pentateuque: Lévitique - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Numbers - Tanach, Torah, Pentateuque: Nombres - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Nombres - Wikipédia: Judi Pueblo , en hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Deutéronome - Wikipédia: Judi Pueblo, en hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Deutéronome - Wikipédia: Judi Pueblo, en hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Nevi'im (les prophètes): Joshua - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Nevi'im (les prophètes): Joshua - Tanach: Torah: Nevi'im (les prophètes): Joshua - Wikipédia: Judi Pueblo., hébreu: Tanach, Torah, Nevi'im (les prophètes ): Jueces - Wikipédia: Judi Pueblo, l'hébreu, la Torah, Nevi'im (les prophètes): Jueces (Shoftin) - Tanach, Torah, Nevi'im: Jueces (Shoftin) - Wikipedia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, la Thora, Nevi 'im (prophètes): Samuel, Shemuel - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Nevi'im (les prophètes): Samuel. 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Le peuple de la Bible (et vice-versa: le peuple de la Bible hébraïque, juive) anéantis, par les mains de ses nobles scribes et sage des hommes, une histoire qui mêle l'histoire et la légende clairement le point du produit final en tant que mythe, qui est la le plus puissant moyen de bâtir un peuple (et d'autres peuples) à travers des signes.
Il s'agit de la sémiotique, la sémiologie juive, une brillante application de la science à travers l'art (technique et technologie) et la sémiologie sémiotique, à l'utilisation complexe, éloquent, efficace, et allumé le "logos" ou "verbe", un mode de communication qui a atteint le sommet en forme de raconter l'histoire mélangé avec légendes et de mythes, subtilement, comme si c'était la vérité et d'une indéniable imaginer et si merveilleux écrit au bonheur, l'amour, aimer ce qui est plus profond dans l'âme et dans l'esprit du lecteur, ce qui est plus cher, ou la conduite directement au lecteur, comme si le lecteur lui-même de parler de lui-même, son ego, afin de le sauver et aveugle à la mort, lui a donné la richesse et la sagesse, la béatitude divine et royaumes, à travers le cocktail de la vie éternelle dans le texte à savourer tout en état d'ébriété et le lecteur ou l'auditeur: il s'agit d'une chanson d'amour, un discours, dans un murmure secret de Dieu à l'homme, l'individu, comme c'est le cas en soi oaristos; que le dialogue, la personne qui lit les Saintes Écritures, l'apex (sémiotique prend également en charge du rituel de la sémiologie et de la légende racontée dans le corps de l'histoire dans le mythe: le vrai miracle, le peuple hébreu, le peuple d'Israël), un miracle de persuasion pour convaincre le monde entier, en mettant l'accent sur l'individu, que l'impossible n'existe pas: tout est possible dans le merveilleux royaume où la flore et la faune sont les autres et le climat est méditerranéen .. Le secret, l'énigme de la «vie éternelle» des textes bibliques, réside dans le fait que les scribes et les sages ont connu hébreu écrit, mis en signes, en passant sur l'histoire, les légendes populaires génie mixtes avec les faits (manifestations, des événements réels) et actions (événements dont la source a été stimulée par la pensée humaine et faite par les humains qui deviennent des faits, enfin, les faits dont l'origine est l'action des êtres humains comme des objets culturels, la construction de la langue, le changement des valeurs sociales et personnelles, etc .). Afin de transformer les légendes populaires (le terme "légendes populaires est superflue, car les légendes sont des gens et viennent de la langue orale, sa ville natale est parlée) les légendes et des faits sur les actions humaines et naturelles, à écrire sont, nécessairement, à être développés et adaptés à une beaucoup plus précis et fixe qui est l'histoire. Ainsi, la bifurcation de la pensée: ce qui est oral transition, profane, inexactes, chaque histoire personnelle de l'évolution, mais ce qui est écrit est immuable, ou les mêmes, est cette idée de rigidité Pétra (tant que beaucoup a été écrit en pierre dans l'Egypte ancienne, les grandes pyramides, le livre ouvert à la sémiotique et la sémiologie égyptien, dont le peuple hébreu en période de captivité hauriu: diaspora). Le travail écrit ne peut être copié exactement est écrit, de ne pas omettre quoi que ce soit, et, aussi, bien sûr, peut servir les changements stratégiques qui sont useiros et vezeiros la classe politique.
Le principe, cependant, l'idée que les gens sur le travail, le "petit livre" (la bible), ce qui contraste avec la "Grande Pyramide" de l'Égypte, que la population nomade d'Israël ne pouvait pas s'appuyer sur leur pèlerinage, les grands travaux et, par conséquent, ces travaux ont, à des signes et des symboles, y compris la Bible, Torah, Pentateuque, enfin, l'Ancien et le Nouveau Testaments sont remplies (les grandes pyramides sont symboliques des Hébreux), l'idée que les gens est que «les petits livres "ont été écrits ont été écrites dans la pierre de feu, par la main de Dieu: Les Dix Commandements, et que, par conséquent, être tenu ferme et même écrit dans la pierre des rouleaux, des papyrus, papier, Pétra, grâce à l'intervention de Dieu, qui est leur mot changement, et ne pas laisser les roches changent avec le temps (en ignorant la notion de temps géologique, l'idée était de ne pas savoir juif cadre, il est).
Ce livre de pierre, de fossiles, le livre, avec des signes pétrifiés, marquée dans la pierre, fossilisé, de l'écriture sur les panneaux en pierre, plutôt que dans les symboles, que le Juif, l'hébreu haine de l'image qui est la forme la plus commune qui prend le symbole, le chemin le plus court et intelligible à l'œil, ce livre de pierre, un petit "livre" (ou un extrait du livre), contenant les dix commandements de Dieu, qui doit toujours être écrit dans la pierre, les yeux, et dans le cœur, la sensation de corps (passion, si l'on pense en grec) et de la compréhension humaine (la raison, si vous voulez comprendre comment les romains, les grecs serait "Nous"). Le coeur, la sensibilité du corps, siège des émotions et des pensées de la vieille, comme on l'a vu par les anciens, les Hébreux, a hérité de ce "cœur" de l'ancienne Egypte, à l'ombre des pyramides et de Pharaon, qui a réduit en esclavage et l'alimentation (l'ancienne exploitation de l'homme ).
La métaphore, en hébreu, saut au coeur de pierre: la pierre à mort le plus important organe de l'être humain, au moins dans la vieille conception: le coeur, qui abritait le corps des sentiments et des pensées, de sorte que les Egyptiens momifiés déchiré le cerveau et les autres organismes, mais pas le cœur. En plaçant la légende sur les signes dans la pierre, les Hébreux, il a commencé à envisager de sacré, ou comme un héritage du peuple de Dieu et établi dans le sacerdoce, ou ceux qui s'occupent de la succession, les administrateurs de l'héritage de Dieu. Ainsi, la légende est en pierre et en tournée dans l'histoire: la voie orale a été relégué, la tradition orale a fait place à l'histoire, des légendes ou des faits et raconté dans sa forme définitive, au moins apparemment, que les contextes et les langues ont beaucoup changé de Cela dit, un nouveau rôle de la légende: écrire la légende, la légende et de l'esprit incarné dans l'histoire, la légende, qui est alors comparé à la légende de la langue de traducteur et que finalement maculaire compréhension, car l'expérience est non pour l'histoire, écrit et même l'oral.
Le peuple hébreu, a créé une inversion des Grecs, alors que les Grecs ont commencé le mythe, où les légendes ont été écrites dans les versets chantés par Homère et Hesíodo, les Hébreux ont commencé l'une des légendes et d'histoire et ont passé à l'histoire du mythe, de créer subsunção avec la réalité des faits.
Les Grecs n'ont subsunção dans la vie humaine et le mythe de la nature avec ses légendes, son oralité, les Hébreux ont opposé transmuter mythe à la réalité hypothétique, dans ce cas, s'applique à la réalité, les faits, moins les faits de la pensée et de l'impression: la foi. Les Grecs ont l'histoire froid science: la philosophie, l'histoire des Hébreux fait le mythe de la foi, qui a conduit les religions du judaïsme et du christianisme. L'histoire en Grèce, est venue à la suite des mythes et des légendes qui racontent la vie du héros qui n'existent pas, sauf dans la fiction (une sorte de chance pour un ancien modèle idéal de la personne, une idéalisation de l'individu, de Platon, où ont vu leur idées et ont une théorie qui est du mythe); héros dont l'existence n'est que comme des idées, quelque chose d'universel et abstrait, d'être concernés et non pas l'environnement, dans le jargon de Heidegger, l'esprit que le cerveau, c'est-à-dire l'esprit dans le sens que l'esprit humain est le grand symbole qui contient le cerveau et d'autres symboles, comme tout ce qui est important, un certain nombre de tissus et de cellules et les molécules et les atomes, les électrons, les protons en interaction, l'esprit est " corps "de symboles et de signes.
Le cerveau du matériel et de l'esprit est sans importance, d'immatérialité qui représente la géométrie, le triangle comme imaginé par l'esprit humain est sans importance et ne fait même pas l'énergie, est l'une du monde: monde des idées, considérées par le philosophe Platon, le divin. Comme la géométrie, les objets des autres sciences (dont la philosophie que la science est la mère patrie, où tous les autres sciences et technologies ont leur base, ils pensaient que l'ensemble de la science est fondée sur la métaphysique) est sans importance, les produits de l'esprit, l'abstraction.
L'histoire de la Grèce est la fermeture de la fin du mythe, le sens est la logique de l'objectif où mythes: le but de la pensée grecque, la "meilleure fin», la fin heureuse est le philosophe: Aristote, le héros, un dieu plus haute sagesse de l'incorporation, les signes de l'histoire, la déesse et le dieu de la sagesse: Athéna et Apollo. Aristote, dont le nom peut être traduit du grec en tant que "La meilleure vue» ou la fin heureuse, le grec téléologie, l'eschatologie à la logique de la pensée exprimée dans les mythes grecs, les rites, les arts, le théâtre, la poésie, la philosophie, les sciences, etc.
Parmi les Hébreux, cependant, le chemin est inversé. Le mythe est la fin, le but, la finalité téléologique (redondance de l'accent), de la pensée hébraïque, juive. La théologie est l'eschatologie juive, est une mosaïque confuse de concepts purement hébreu dans une métaphysique de la Kabbale, concepção'originárias des Hébreux et de la philosophie grecque est une façon de concevoir de Helena, hellénistique, grec, enfin.
L'histoire, la conception hébreu, de collecter les légendes et les fixe dans la pierre de Moïse (la première Bible, le premier livre) et la Torah: c'est la loi (la loi n'est jamais écrit, c'est de l'histoire, les règles non écrites ils sont des coutumes qui la loi. Droit et mot a une affinité significative, ainsi que de droit, d'histoire et de la parole sous forme d'une triade, dont les significations parler).
Le peuple hébreu à travers la Bible, son histoire, a fait l'histoire légendaire du mythe, de leurs rites religieux et les mythes de tous les jours de la manière dont ces rituels religieux, progressivement, est transformé en rituels du quotidien, comezinhos, les coutumes et les lois. L'hypothèse de la mythique hébreu subsunção donné lorsque transmutée en hébreu mythe histoire trouvée dans les faits et les actes rituels et les croyances et effectivement perpétré ces actes et de la nourriture, ce qui convient parfaitement subsumer il. Le mythe historique juif est maintenant une chance subsunção avec laquelle il a décrit les événements qui se produisent dans la réalité quotidienne des églises et même à l'extérieur, dans les maisons, les entreprises, etc. Parce que la transplantation est le mythe à la réalité grâce aux rituels et aux croyances il savait, lumineux, instiller dans les esprits comme le symbole des réalités qui, aujourd'hui, nous sommes au moins aussi réelle que les faits, au moins dans la conception, à la lecture de l'esprit en vue de la foi.
La loi est un paradigme de ce que nous avons dit ci-dessus. En effet, le cadre juridique subsunção, la réunion de l'hypothèse décrite dans la loi avec le fait, en réalité, un fait qui appuie l'hypothèse cool, est ce qu'on appelle en droit, une Subsunção. En droit fiscal, de ce fait, qui est le corollaire de l'hypothèse de l'effet juridique, est appelé «fait générateur», parce qu'elle génère de la taxe, que le comportement décrit, prévue par la loi, par hypothèse, en fait se produit, remplir le circuit de Droit d'agir en cours (dans le cas juridique scénario, la pensée décrit par la loi, décrite dans la loi fait imaginaire) sur le fait (le comportement que la loi prévoit, dans sa description hypothétique, en dépit de cette description sur la base d'un hypothétique effet possible de se produit, rationnel et prévisible, tous les jours).
La téléologie est épuisé dans le philosophe grec Aristote, l'estagirita, peut-être le seul philosophe que la Grèce antique et le monde les a produites. Comme Heidegger, Aristote avant quels sont les penseurs, qui ont préparé la voie et de la finition de la naissance de la philosophie, ou de finissage fin de la philosophie à la philosophie qui a rempli son objectif, après avoir atteint son apogée, l'ordre proposé par Aristote les penseurs et les précédentes: La pré-socratique, Socrate et Platon. Avec Aristote, le philosophe, la philosophie, la métaphysique et qui commence à la fin, l'objectif maximal: à la fin.
Avant et après Aristote encore, il ya seulement des penseurs, comme le philosophe, il n'était que le estagirita Aristote, surnom de "philosophe" au Moyen-Age, le premier et le seul philosophe d'aujourd'hui. Après le moment de la philosophie d'Aristote, le philosophe, le retour des penseurs.
Toutefois, le cynisme des philosophes, dans la pratique, dans la vraie vie, sont les vrais philosophes, les philosophes de la vie, pas de logique et de la science, comme l'a Aristote. Une philosophie majeur, une philosophie qui a atteint sa maturité à Aristote, a ensuite été incorporé dans la philosophie cynique, cynique sans asservir la pensée, et non pas l'attachement à quoi que ce soit, ni de connaître la raison ou qui sont les piliers, les colonnes la philosophie d'Aristote, de leur éthique de "Nicômaco" et "Eudóxio", leurs enfants.
Toutefois, Aristote ne vivent pas pleinement de la philosophie dans votre vie, mais dans votre pensée, les cyniques, toutefois, la philosophie appliquée à la vie elle-même, étant le premier véritable et «existentialiste», à travailler dans la philosophie de passage naturelles et la vie sociale.
Mister a dit que, avec l'achèvement de la philosophie dans Aristote, l'estagirita, juste savoir, la sagesse a pris fin, ce qui construit la science et la technologie. La "philosophie" après Aristote n'était que des correctifs, des améliorations et re-contextualizações la pensée du philosophe dans le monde: Aristote et, surtout, les cyniques qui, en fait, ont toujours été les seuls philosophes dans le monde depuis Aristote que placé dans la philosophie de la connaissance, la sagesse et non pas comme l'expérience, mais par la fiction Nicômaco éthique et Eudóxio. Les Hébreux, les Juifs, contrairement à son devoir attendre l'eschatologie, l'espoir sans fin, sans que la foi a besoin de la vie, plutôt que de la philosophie, plus que toute la connaissance, la foi est vital pour l'individu et la société. D'où l'eschatologie juive, les Juifs, n'ont jamais été réalisées dans le temps, ou avant, l'hébreu et de l'eschatologie juive est inscrit dans l'idée de l'avenir à venir (et quand l'avenir) d'un Messie, un roi, dont le but est de sauver le peuple juif et monde, grâce à l'établissement de la paix universelle et d'autres utopies indispensables à la survie de la foi, de vivre ce rêve l'avenir, ce qui est utile comme une drogue, pas de surveillance de l'esprit ancrée dans les symboles qui constituent l'esprit, qui est le symbole lui-même qui contient l'autre.
Dans le christianisme, qui a tenté de mettre le Messie dans la vraie vie, le faire sortir de l'attente, et de commencer à construire le royaume de Dieu sur la terre, cette tentative frustrée de nombreux juifs et d'autres remplis d'espoir, mais avec le temps et de Parus Christ, le chrétien le Messie, les Juifs préfèrent même le Messie promis par les prophètes, parce que le Christ des chrétiens, un être réel et mythique, le peuple juif n'a pas s'attendre à ce que les chrétiens et même de frustration à l'époque des apôtres, dans la mesure où sa seconde venue (Parus) était attendue par les apôtres et les chrétiens vivant à l'époque et n'a pas eu lieu. Les apôtres, en particulier Paul ou Saül de Tarse, dans ses épîtres, il a dû mettre en place un traitement pour expliquer la frustration de la deuxième vie du Christ (Parus) pour eux-mêmes et pour les chrétiens qui ont investi leur vie et leur carrière dans le christianisme naissant. Cependant, le Christ n'est pas venu dans le temps annoncé par les évangiles, et peut-être, par Jésus lui-même, le pseudonyme le Christ et les chrétiens, pour éviter d'être considéré comme insensé et stupide mis dans une situation désespérée des doctrines de l'Saul Parus, une autre forme du Messie juif.
La fin mai le savez, à la fin, mais pas la foi: la foi est la vie elle-même, la connaissance est la science pour la survie de l'espèce.
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Torah, Pentateuque: l'exode (Shmot) - Tanach, Torah, Pentateuque, l'exode (Shmot) - Wikipedia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Lévitique - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Lévitique -- Tanach, Torah, Pentateuque: Lévitique - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Numbers - Tanach, Torah, Pentateuque: Nombres - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Nombres - Wikipédia: Judi Pueblo , en hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Deutéronome - Wikipédia: Judi Pueblo, en hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Deutéronome - Wikipédia: Judi Pueblo, en hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Nevi'im (les prophètes): Joshua - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Pentateuque: Nevi'im (les prophètes): Joshua - Tanach: Torah: Nevi'im (les prophètes): Joshua - Wikipédia: Judi Pueblo., hébreu: Tanach, Torah, Nevi'im (les prophètes ): Jueces - Wikipédia: Judi Pueblo, l'hébreu, la Torah, Nevi'im (les prophètes): Jueces (Shoftin) - Tanach, Torah, Nevi'im: Jueces (Shoftin) - Wikipedia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, la Thora, Nevi 'im (prophètes): Samuel, Shemuel - Wikipédia: Judi Pueblo, hébreu: Tanach, Torah, Nevi'im (les prophètes): Samuel. 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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
CONTEMPLAÇÃO
Morto não poderei olhar o vento tocando as folhas das árvores /
porquanto os olhos estarão vidrados /
revirados no esgar da morte /
tentando olhar para dentro /
mas sem olhar para lugar algum /
pois o corpo estará vazio de energia /
a cavaleiro do apocalipse dos vermes /
Não poderei contemplar o vento acariciando os cabelos dos arbustos /
como se faz a moça linda e meiga como uma pomba arrulando /
não ouvirei no vento o grego deus ateu Éolo /
Morto não vou olhar árvores dedilhadas nas folhas pelo vento /
se as árvores continuarem vivas na terra /
não se mudarem para a terra das idéias de Platão /
e ficarem lá plantadas /
no trajeto das ervas daninhas /
que adubam o chão onde vão medrar boninas /
inflorescências sobre o caule verde das ervas no caminho para pés descalços /
Se ainda restar árvores rumorejantes na brisa /
não poderei ver as folhas verdes mexidas de vento /
Porém, se as árvores e os arbustos já não existirem /
imagino que as ervas continuarão guerreando nos subterrâneos /
Quando não houver mais ervas /
se todas as ervas forem mortas na guerra contra o homem /
a natureza recrutará bactérias guerreiras no submundo /
e a Fundação Herbácea da natureza continuará a porfiar /
buscará guerrilheiros e guerreiras para além do submundo /
enquanto houver universo em baixo /
para colocar a marchar imperiosamente na superfície /
na flor da água e na flor do espelho de Narciso /
Morto não posso me ver /
pois não teria nem o olhar para dentro /
pois dentro não haverá senão o abismo da alma /
a distância abissal feita de sombras e algas no fundo /
abaixo do recife de corais /
no profundo oceano de Hades /
O olhar do morto não existe /
está no vítreo da pedra /
no vidro vidrado que vai quebrar /
partir o espelho em pedaços /
assim como o raio na noite é um espelho que se estilhaça /
e deixa Narciso sem rosto refletido /
na água que rodopia ou no relâmpago /
espelhos quebrados em mil pedaços /
Não poderei me ver morto /
somente outro olhar passeará pelo corpo sem ervas de energia /
porque não terei o que contemplar /
após a quebra do relâmpago dentro de mim /
quando o raio que anima o corpo se estilhaçar em mil pedaços /
levando ao submundo a face estraçalhada do Narciso /
que fui e sou /
Somos /
Morrer é cair para dentro /
enterrar-se na cova rasa do próprio corpo /
sob a areia que cobre o pensamento e a paixão /
É cair para dentro de si e não retornar à superfície da cova /
ficar inerte sob o peso das areias sobre o corpo /
sob as rochas erigidas em túmulo /
sem poder respirar ou pensar ou amar /
Morrer é deixar o casulo do corpo /
onde dormia a crisálida /
e abrir as asas da borboleta /
em vôo bucólico pelos campos de poesia das Bucólicas de Virgílio /
Mas não, de fato não é assim /
assim é somente na poesia /
onde tudo é simbólico como na matemática /
e não existe um corpo físico do indivíduo obscuro que somos /
colocado no sarcófago vestido de Faraó /
no Egito longo em areias e dunas arraigadas ao tempo no deserto /
num Egito e faraó dentro de cada um de nós /
onde o outro corpo que temos do alquimista que somos /
e que é o corpo químico do alquimista morto que seremos /
também dormita no sarcófago construído para os três corpos /
pois também há um terceiro corpo que possuímos : /
o corpo eletromagnético /
onde repousa a alma /
a alma eletromagnética que deixa o corpo às carícias das mãos do frio /
quando o corpo eletromagnético se desconecta /
e o sol se afasta para as sombras da morte /
deixando o pasto para os vermes /
Não, não há beleza na morte /
nem a abelha solitária morrendo afogada no mel dourado /
naufragando num mar em raso de mel /
nem a abelha que construiu sua cela de eremita com a própria cera /
que fugiu à colméia ao sentir a consciência clamando pelo fim da solidão na morte /
e foi se suicidar no lago do seu próprio mel /
Nem a abelha que tentou ser um Santo Antão em forma de inseto /
escondida do sol no seu alvéolo de cera /
não arrastou a beleza de um violino tocando /
porque a morte não é bela /
Não, não : nada cobre a morte /
nem flores ou réquiem /
nem a elegia mais bela e melancólica /
nem o pranto mais lancinante /
nada cobre a morte /
porque a morte é real /
não é a mariposa egressa do casulo /
nem a borboleta amarela que deixa a crisálida e adeja pelos campos floridos /
mas o fim das montanhas e dos vales /
o final infeliz do olhar cavando caminhos na terra fresca /
na terra agora cavada em cova /
pois a morte é o final infeliz de todos /
é caminhar no ermo do deserto de volta e em fuga para a solidão de si /
contemplando o Narciso em flor de imagem /
no outro lado do espelho d'água /
na outra margem da solidão /
porquanto a morte é o destino final dos três corpos do ser humano : /
do corpo físico que não voa em mariposa /
nem chafurda na poça de mel regurgitado /
do corpo químico abandonado pelo alquimista em fuga pela estrada aberta nas pernas das ervas em flor /
e do corpo eletromagnético /
que é a alma ou usina de força funcionando /
mantendo a coesão dos outros dois corpos /
que sem eletromagnetismo se decompõe /
na elegia não escrita pelo poeta /
no réquiem inacabado de Amadeus Mozart /
A morte é a outra substância de que é feito o espelho da vida /
outro espelho onde se mira o Narciso que há em cada indivíduo /
enquanto está vivo na primeva substância pegajosa /
que é este lado do espelho vivo nos olhos /
que olha e vê o outro espelho na água cantante descendo a torrente /
qual animadas cabras montesas /
caprinos que imagino nas ode de Ricardo Reys /
ou nas bucólicas de Alberto Caeiro /
Morrer é pior que perder a guerra /
é pior que perder Roma para os Bárbaros /
é uma derrocada mais avassaladora e cruel /
que perder todo um Império Romano /
( o indivíduo que sou e somos /
vale mais que a Cidade das Sete Colinas /
e que os três Impérios romanos :
um em Roma, outro em Bizâncio /
e um terceiro no Vaticano /
que a Igreja de Roma é o Império romano mental /
com suas legiões em sotainas armadas com doutrinas /
armadas com a semiótica e a semiologia nos mitos e ritos ) /
Morrer enfim é retirar-se da solidão de si mesmo /
Não ser mais o tempo com os pés peregrinos pelas areias do ego /
mas estar sepultado na cova do eremita /
sob o vidro do tempo industrializado com areias e fogo /
no retiro da vida /
É abandonar os três corpos em testamento cerrado à natureza /
e deixar a mente em testamento poético /
pronto a ser aberto pelos olhos de quem vasculha signos /
ESTUDOS DO TEMA : Wikipedia, google : Roma, Europa, Centro da Península Itálica , Itália - Wikipedia, google : Roma, Europa, Centro da Península Itálica, Itália - Wikipedia : google : Roma, Europa, Península Itálica, região do Lácio, Itália - Wikipedia, google : Roma, Europa, Península itálica, Lácio, Itália - Wikipedia, google : Roma, Europa, Península Itálica, região do Lácio, Itália - Wikipedia, google : Roma, Rio Tiber, Mar Tirreno, Mar Mediterrâneo, Lácio, Itália - Wikipedia, google : Roma, Rio Tiber, Mar Tirreno, Mar Mediterrâneo, Lácio, Itália - Wikipedia, google : Roma, Rio Tiber, Mar Mediterrâneo, Tirreno - Wikipedia, google : Roma, Europa, cidade das sete colinas : Vaticana, Itália - Wikipedia, google : Roma, Europa, Cidade das Sete Colinas : Vaticana, Itália - Wikipedia, google : Roma, Europa, Sete Colinas : Colina Vaticana, Roma - Wikipedia, google : Roma, Europa, Sete Colinas : Colina Vaticana, Roma - Wikipedia, google : Roma, ´Continente europeu, Capital da Itália - Wikipedia, google : Roma, Continente europeu, Capital da Itália - Wikipedia, google : Roma, Continente : Europa, Capitial, Itália - Wikipedia, google : Roma; Continente : Europa, Capital, Itália - Wikipedia, google : Roma, Continente europeu, Itália - Wikipedia, Googel: Roma, continente europeu, Itália - Wikipedia, google : Roma, Europa, Vaticano, Igreja Católica - Wikipedia, google : Roma, Europa, Vaticano, Igreja Católica - Wikipedia, google : Roma. 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História: Roma, capital do Império Roma - Wikipedia, google : Roma, histórica Capital do Império Romano - Wikipedia, google : Roma, histórica capital do Império Romano - Wikipedia, google : Roma, Capital do Império Romano do Ocidental Wikipedia, google : Roma, Capital do Império Romano do Ocidente - Wikipedia, google : Roma, Capital : Império Romano Ocidental - Wikipedia, google : Roma, Capital : Império Romano Ocidental - Wikipedia, google : Roma, Europa, Itália: Cidade Eterna - Wikipedia, google : Roma, Europa, Itália : Cidade Eterna - Wikipedia, google: Roma, Cidade Eterna, das Sete Colinas - Wikipedia, google : Roma, Cidade Eterna, das Sete Colinas - Wikipedia, google : Roma, lenda; Rômulo e Remo, Filhos de Marte, rio Tíber - Wikipedia, google : Roma, lenda : Rômulo e Remo, Filhos de Marte, rio Tíber - Wikipedia : Roma, lenda : Rômulo y Remo, deus : Marte, rio Tíber, loba Luperca - Wkipedia : Roma, Lenda: Rômulo y Remo, deus : Marte, rio Tíber, loba Luperca - Wikipedia: Roma : Lenda : Rômelo, Remo, Marte, loba Luperca, rio Tíber - Wkipedia : Roma, lenda: Rômulo, Remo, Marte, loba Luperca, rio Tíber - Wikipedia, google : Roma, fundada em 21 de Abril de 753 a.C. - Wikipedia, google : Roma, fundada em 21 de Abril de 753 a.C. - Wikipedia, google : Roma, lenda : Rômulo, primeiro Rei de Roma - Wikipedia, google : Roma, lenda: Rômulo, primeiro Rei de Roma - Wikipedia, google lenda : Rômulo, lenda : Primeiro Rei de Roma : Wikipedia, google : Roma, Europa : Numa Pompílio, segundo Rei de Roma - Wikipedia, google : Roma, Europa : Numa Pompílio, segundo Rei de Roma - Wikipedia : Roma, Europa : Numa Pompílio, biografia : Plutarco , escritor grego - Wikipedia: Roma, Europa : Numa Pompílio, biografia: Plutarco, escritor grego - Wikipedia : Roma: História: Numa Pompílio, esposa : Tacia, rei sabino Tito Tacio - Wikipedia: Roma, história : Numa Pompílio, esposa : Tacia, Rei sabino Tito Tacio - Wikipedia: Roma : rei Numa Pompílio, ninfa Egeria, mitologia romana - Wikipedia: Roma : rei numa Pompílio, ninfa Egeria, mitologia romana - Wikipedia : Roma : Numa Pompílio : Egeria mourns Numa : Claude Lorrain - Wikipedia: Roma: Numa Pómpílio : Egeria mourns Numa, Claude Lorrain - Wikipedia : Roma : Ariccia, Aricia, Lazio ( Latium ), Montes Albanos - Wikipedia: Roma: Ariccia, Aricia, Lazio ( Latum ), Montes Albanos - Wikipedia: Roma : Castelli Romani, municípios, província de Roma - Wikipedia: Roma : Castelli Romani , municípos, províincia de Roma - Wikipedia: Roma : Castelli Romani : Castel Gandolfo, província romana, Wikipedia: Roma: Castelli Romani : Castel Gandolfo, Roma - Wikipedia: Wikipedia: Roma: Castel Gandolfo, lago Albano, region: Castelli Romani - Wikipedia: Catel Gandolfo, lago Albano, region: Castelli Romani - Wikipedia: Roma : Castel Gandolfo, Castelli Romani, nobres romanos , Papas - Wikipedia: Roma: Castel Gandolfo, Castelli Romani, nobres romanos, Papas - Wikipedia: Castelli Romani : Albano Laziale, municipio , Lacio, província, Roma - Wikipedia: Castelli Romani ; Albano Laziale, municipio italiano, Lacio, província, Roma - Wikipedia: Castelli Romani, municipio italiano, Lacio, província, Roma - Wikipedia: Castelli Romani, Castel Gandolfo, Residenza Papale , lago Albano, Lacio - Wikipedia: Castelli Romani, Castel Gandolfo, Residenza Papale, lago Albano, Lacio - Wikipedia : Castelli Romani : Palazzo Colonna, família, Galleria Colonna - Wikipedia : Castelii Romani : Palazzo Colonna, família, Galleria Colonna - Wikipedia: Castelii Romani, família, Palazzo Colonna, Petrarca, Canzoniere - Wikipedia: Castelli Romani, família, Palazzo Colonna, Petraca, Canzoniere - Wikipedia : Castelli Romani : Frascati, cidade da Província de Roma, Lacio, Italia - Wikipedia: Castelli Romani : Frascati, Cidade, Província de Roma, Lacio, Italia - Wikipedia : Castelli Romani : Frascati,
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porquanto os olhos estarão vidrados /
revirados no esgar da morte /
tentando olhar para dentro /
mas sem olhar para lugar algum /
pois o corpo estará vazio de energia /
a cavaleiro do apocalipse dos vermes /
Não poderei contemplar o vento acariciando os cabelos dos arbustos /
como se faz a moça linda e meiga como uma pomba arrulando /
não ouvirei no vento o grego deus ateu Éolo /
Morto não vou olhar árvores dedilhadas nas folhas pelo vento /
se as árvores continuarem vivas na terra /
não se mudarem para a terra das idéias de Platão /
e ficarem lá plantadas /
no trajeto das ervas daninhas /
que adubam o chão onde vão medrar boninas /
inflorescências sobre o caule verde das ervas no caminho para pés descalços /
Se ainda restar árvores rumorejantes na brisa /
não poderei ver as folhas verdes mexidas de vento /
Porém, se as árvores e os arbustos já não existirem /
imagino que as ervas continuarão guerreando nos subterrâneos /
Quando não houver mais ervas /
se todas as ervas forem mortas na guerra contra o homem /
a natureza recrutará bactérias guerreiras no submundo /
e a Fundação Herbácea da natureza continuará a porfiar /
buscará guerrilheiros e guerreiras para além do submundo /
enquanto houver universo em baixo /
para colocar a marchar imperiosamente na superfície /
na flor da água e na flor do espelho de Narciso /
Morto não posso me ver /
pois não teria nem o olhar para dentro /
pois dentro não haverá senão o abismo da alma /
a distância abissal feita de sombras e algas no fundo /
abaixo do recife de corais /
no profundo oceano de Hades /
O olhar do morto não existe /
está no vítreo da pedra /
no vidro vidrado que vai quebrar /
partir o espelho em pedaços /
assim como o raio na noite é um espelho que se estilhaça /
e deixa Narciso sem rosto refletido /
na água que rodopia ou no relâmpago /
espelhos quebrados em mil pedaços /
Não poderei me ver morto /
somente outro olhar passeará pelo corpo sem ervas de energia /
porque não terei o que contemplar /
após a quebra do relâmpago dentro de mim /
quando o raio que anima o corpo se estilhaçar em mil pedaços /
levando ao submundo a face estraçalhada do Narciso /
que fui e sou /
Somos /
Morrer é cair para dentro /
enterrar-se na cova rasa do próprio corpo /
sob a areia que cobre o pensamento e a paixão /
É cair para dentro de si e não retornar à superfície da cova /
ficar inerte sob o peso das areias sobre o corpo /
sob as rochas erigidas em túmulo /
sem poder respirar ou pensar ou amar /
Morrer é deixar o casulo do corpo /
onde dormia a crisálida /
e abrir as asas da borboleta /
em vôo bucólico pelos campos de poesia das Bucólicas de Virgílio /
Mas não, de fato não é assim /
assim é somente na poesia /
onde tudo é simbólico como na matemática /
e não existe um corpo físico do indivíduo obscuro que somos /
colocado no sarcófago vestido de Faraó /
no Egito longo em areias e dunas arraigadas ao tempo no deserto /
num Egito e faraó dentro de cada um de nós /
onde o outro corpo que temos do alquimista que somos /
e que é o corpo químico do alquimista morto que seremos /
também dormita no sarcófago construído para os três corpos /
pois também há um terceiro corpo que possuímos : /
o corpo eletromagnético /
onde repousa a alma /
a alma eletromagnética que deixa o corpo às carícias das mãos do frio /
quando o corpo eletromagnético se desconecta /
e o sol se afasta para as sombras da morte /
deixando o pasto para os vermes /
Não, não há beleza na morte /
nem a abelha solitária morrendo afogada no mel dourado /
naufragando num mar em raso de mel /
nem a abelha que construiu sua cela de eremita com a própria cera /
que fugiu à colméia ao sentir a consciência clamando pelo fim da solidão na morte /
e foi se suicidar no lago do seu próprio mel /
Nem a abelha que tentou ser um Santo Antão em forma de inseto /
escondida do sol no seu alvéolo de cera /
não arrastou a beleza de um violino tocando /
porque a morte não é bela /
Não, não : nada cobre a morte /
nem flores ou réquiem /
nem a elegia mais bela e melancólica /
nem o pranto mais lancinante /
nada cobre a morte /
porque a morte é real /
não é a mariposa egressa do casulo /
nem a borboleta amarela que deixa a crisálida e adeja pelos campos floridos /
mas o fim das montanhas e dos vales /
o final infeliz do olhar cavando caminhos na terra fresca /
na terra agora cavada em cova /
pois a morte é o final infeliz de todos /
é caminhar no ermo do deserto de volta e em fuga para a solidão de si /
contemplando o Narciso em flor de imagem /
no outro lado do espelho d'água /
na outra margem da solidão /
porquanto a morte é o destino final dos três corpos do ser humano : /
do corpo físico que não voa em mariposa /
nem chafurda na poça de mel regurgitado /
do corpo químico abandonado pelo alquimista em fuga pela estrada aberta nas pernas das ervas em flor /
e do corpo eletromagnético /
que é a alma ou usina de força funcionando /
mantendo a coesão dos outros dois corpos /
que sem eletromagnetismo se decompõe /
na elegia não escrita pelo poeta /
no réquiem inacabado de Amadeus Mozart /
A morte é a outra substância de que é feito o espelho da vida /
outro espelho onde se mira o Narciso que há em cada indivíduo /
enquanto está vivo na primeva substância pegajosa /
que é este lado do espelho vivo nos olhos /
que olha e vê o outro espelho na água cantante descendo a torrente /
qual animadas cabras montesas /
caprinos que imagino nas ode de Ricardo Reys /
ou nas bucólicas de Alberto Caeiro /
Morrer é pior que perder a guerra /
é pior que perder Roma para os Bárbaros /
é uma derrocada mais avassaladora e cruel /
que perder todo um Império Romano /
( o indivíduo que sou e somos /
vale mais que a Cidade das Sete Colinas /
e que os três Impérios romanos :
um em Roma, outro em Bizâncio /
e um terceiro no Vaticano /
que a Igreja de Roma é o Império romano mental /
com suas legiões em sotainas armadas com doutrinas /
armadas com a semiótica e a semiologia nos mitos e ritos ) /
Morrer enfim é retirar-se da solidão de si mesmo /
Não ser mais o tempo com os pés peregrinos pelas areias do ego /
mas estar sepultado na cova do eremita /
sob o vidro do tempo industrializado com areias e fogo /
no retiro da vida /
É abandonar os três corpos em testamento cerrado à natureza /
e deixar a mente em testamento poético /
pronto a ser aberto pelos olhos de quem vasculha signos /
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Roma : Arquitetura : Domus Aurea : Palazzo : ouro, pedras preciosas - Wikipedia : Roma : Domus Aurea, Palazzo, Nero, monte Palatino, Esquilino - Wikipedia: Roma: Domus Aurea, Palazzo de Nero; monte Palatino, Esquilino - Wikipedia: Roma, arquitetura : Panteón de Agripa - Wikipedia: Roam, arquitetura : Panteón de Agripa - Wikipedia: Roma, arquitetura : Coluna Trajana - Foro Trajano - Wikipedia: Roma, arquitetura : Coluna Trajana, Foro Trajano - Wikipedia : Roma, arquitetura : Catacumbas de Prscila - Wikipedia: Roma, arquitetura ; Catacumbas de Priscila - Wikipedia: Roma Imperial , arquitetura : Termas, imperador Caracalla - Wikipedia : Roma imperial, arquitetura : Termas, imperador Caracalla - Wikipedia: Roma, arquitetura : Arco de Constantino, do Triunfo - Wikipedia : Roma, Arquitetura : Arco de Constantino, do triunfo - Wikipedia: Roma imperial, arquitetura : Ara Pacis - Wikipedia: Roma imperial, arquitetura : Ara Pacis - Wikipedia: Roma imperial : Pirâmide Cestia - Wikipedia: Roma imperial, arquitetura : Pirâmide Cestia - Wikipedia : Roma: Puerta San Paolo, Muralha Aureliano - Wikipedia: Roma : Puerta San Paolo, Muralha Aureliana - Wikipedia: Roma: Monte mais alto : monte Mario : cardenal Mario Mellin - Wikipedia: Roma: Monte mais alto: Monte Mario : Mario Mellini, cardenal - Wikipedia: Roma: Monte Mario : Observatório astrónomico romano - Wikipedia: Roma : Monte Mario : Observatorio astronómico romano - Wikipedia: Roma : Monte Mario : Museo astronónico Copernicano - Wikipedia: Roma : Monte Mario : Museo astronómico copernicano - Wikipedia: Roma : Monte Mario : Viale del Parco Mellini - Wikipedia : Roma : Monte Mario: Viale del Parco Mellini - Wikipedia : Roma : Albalonga, Monte Albano, colina de Celio Lacio - Wikipedia: Roma : Albalonga, Monte Albano, Colina de Celio, Lacio - Roma, Albalonga, Monte Albano, colina de Célio, Lacio - Wikipedia : Roma : La Dolce Vita : Federico Fellini, Via Veneto - Wikipedia; 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CONTEMPLACIÓN
Muerte no puede ver el viento tocar las hojas de los árboles /
porque los ojos son de cristal /
volcó en esgar de la muerte /
tratando de mirar dentro de /
pero sin tener en cuenta en cualquier lugar /
porque el cuerpo se vacía de energía /
caballero de la apocalipsis de gusanos /
No puedo contemplar el viento jugando el monte de cabello /
como si la niña es hermosa y dulce como una paloma arrulando /
no se oye en el dios griego del viento Aeolus ateo /
No voy a mirar los árboles muertos digitación las hojas por el viento /
si los árboles siguen viviendo en la tierra /
no se mueve a la tierra de las ideas de Platón /
y permanecen allí plantadas /
el camino de las malas hierbas /
para fertilizar el suelo donde crecen Bonino /
inflorescencias en el tallo de la hierba verde en el camino a los pies descalzos /
Si rumorejantes resto de los árboles en la brisa /
No puedo ver las hojas verdes de viento traslada /
Pero si los árboles y arbustos ya no disponible /
imaginar que la hierba seguirá la guerra en el metro /
Cuando no más hierbas /
si todas las malas hierbas son asesinados en la guerra contra los humanos la naturaleza bacterias reclutar guerreros del inframundo /
y herbáceas Fundación seguirá sostienen la naturaleza /
guerreros de la guerrilla y mirar más allá de los infiernos /
mientras que en el universo de baja / imperativo poner la marcha sobre la superficie /
flor en el agua y flor en el espejo de Narciso /
No puedo verme muerto /
no iba a mirar en el interior /
porque habrá sólo en el abismo del corazón /
de la distancia abismal sombras y algas en el fondo /
por debajo del atolón /
en las profundidades del océano del Hades /
La mirada de los muertos existe /
se encuentra en el humor vítreo de la piedra /
esmalte sobre el vidrio que se rompa /
desde el espejo en pedazos /
y el radio en la noche es un espejo splintery /
y deja sin rostro reflejado Narciso /
en agua o en el que Rodopi relámpago /
espejo roto en mil pedazos /
No puedo verme muerto /
acaba de pasar otra mirada a través del cuerpo sin hierbas para la energía /
¿por qué no tener la dirección /
después de la caída de un rayo dentro de mí /
cuando el infierno es que anima el cuerpo escindido en mil pedazos /
conduce a los infiernos para hacer frente a estraçalhada Narciso /
, Estaba y estoy seguro /
Nosotros /
Morir se ha caído en /
hundirse en la tumba el cuerpo superficial /
bajo la arena que cubre el pensamiento y la pasión /
Éste pertenece a usted y no regresar a la superficie del agujero /
ser inerte bajo el peso de la arena en el cuerpo /
bajo las piedras erigidas en grave /
incapaz de respirar o pensar o amor /
Morir es salir del capullo del cuerpo /
cuando la crisálida sueño /
y abrir las alas de la mariposa /
vuelo en el bucólico de los campos de la poesía bucólica de Virgilio /
Pero no, en realidad, no es /
es sólo en la poesía /
donde todo es simbólico, como en matemáticas /
y no hay cuerpo físico de la persona que estamos oscuro /
puesto en el sarcófago de faraón vestido /
Egipto siempre arraigada en las dunas de arena y el tiempo en el desierto /
Faraón en Egipto y en cada uno de nosotros /
cuando el otro órgano que tenemos el alquimista /
y que es la química del cuerpo que están muertos alquimista /
también en el resto sarcófago construido a tres organismos /
porque hay un tercer cuerpo tenemos: /
electromagnético cuerpo /
donde reside el alma /
electromagnético alma sale del cuerpo a las caricias de las manos de frío /
cuando el cuerpo se desconecta electromagnéticos /
y el sol se aleja de la sombra de la muerte /
salir de la hierba para los gusanos /
No, no hay belleza en la muerte /
o el aislamiento se ahogó en la miel de abejas de oro /
ahogado en un mar de miel en someras /
la abeja que no construyó su celda de un ermitaño con la cera /
que escapó de la colmena para experimentar la conciencia de llorar por el final de la soledad en la muerte / y que está matando al lago en su propia miel /
Ni la abeja tratado de ser un Santo Antão, en forma de insectos /
oculta del sol en su zócalo de cera /
no arrastra la belleza de un violín de reproducción /
porque la muerte no es bella /
No, no: no se refiere a la muerte /
o flores o réquiem /
ni la más hermosa y melancólica elegía /
ni las lágrimas más fastidiosas /
no cubre la muerte /
porque la muerte es real /
no es la salida de la polilla capullo /
mariposa o el color amarillo que sale de la crisálida y la alfombra flotante /
pero la vista de las montañas y valles /
el final de la infeliz mirada fresca caminos cavar en la tierra /
ahora excavado en la tierra hoyo /
porque la muerte es el lamentable final de todos /
es caminar en el desierto desierto de la parte de atrás y escapar a la soledad de la libre / contemplando la imagen de Narciso en flor /
en el otro lado del espejo de agua /
en el otro lado de la soledad /
porque la muerte es el destino de los tres órganos del ser humano: /
el cuerpo físico que no vuelan en polilla /
no revolcarse en el charco de miel regurgitan /
cuerpo alquimista químicas abandonadas por fugas en el camino abierto en las piernas de las hierbas en flor /
electromagnéticos y el cuerpo /
¿cuál es el alma o de la instalación de trabajo /
mantener la cohesión de los otros dos órganos /
sin electromagnetismo se descompone /
no elegía escrita por el poeta /
en la inconclusa Amadeus Mozart Requiem /
La muerte es la sustancia que se hace el espejo de la vida /
otro espejo donde Narciso la vista que cada individuo /
mientras viven en la pegajosa sustancia primigenia /
es este lado del espejo en el que viven los ojos /
que se ve y ve el otro espejo en el agua por el río cantante /
las cabras de montaña que viven /
cabras en la oda a imaginar que Ricardo Reys /
o el bucólico de Alberto Caeiro /
Morir es peor que perder la guerra /
Roma es peor que perder a los Bárbaros /
colapso es más abrumadora y cruel /
a perder todo un Imperio Romano /
(La persona que soy y somos /
vale más que la Ciudad de Seven Hills /
y que los tres Imperio Romano: uno en Roma, otro en Bizâncio /
y una tercera en la Ciudad del Vaticano /
la Iglesia de Roma es el Imperio Romano mental /
con sus legiones en sotana armado con doctrinas /
Armado con la semiótica y la semiología en los mitos y rituales) /
Morir es finalmente retirarse de la soledad de sí mismo /
No hay más tiempo con los pies por las arenas de peregrinos ego /
pero ser enterrados en la fosa de ermitaño /
bajo el cristal del tiempo con la arena y los incendios industriales /
No retiro de la vida /
De salir de los tres órganos de cerrado en la naturaleza /
y dejar la mente en el testimonio poético /
listo para abrir los ojos de los scouts que firma /
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porque los ojos son de cristal /
volcó en esgar de la muerte /
tratando de mirar dentro de /
pero sin tener en cuenta en cualquier lugar /
porque el cuerpo se vacía de energía /
caballero de la apocalipsis de gusanos /
No puedo contemplar el viento jugando el monte de cabello /
como si la niña es hermosa y dulce como una paloma arrulando /
no se oye en el dios griego del viento Aeolus ateo /
No voy a mirar los árboles muertos digitación las hojas por el viento /
si los árboles siguen viviendo en la tierra /
no se mueve a la tierra de las ideas de Platón /
y permanecen allí plantadas /
el camino de las malas hierbas /
para fertilizar el suelo donde crecen Bonino /
inflorescencias en el tallo de la hierba verde en el camino a los pies descalzos /
Si rumorejantes resto de los árboles en la brisa /
No puedo ver las hojas verdes de viento traslada /
Pero si los árboles y arbustos ya no disponible /
imaginar que la hierba seguirá la guerra en el metro /
Cuando no más hierbas /
si todas las malas hierbas son asesinados en la guerra contra los humanos la naturaleza bacterias reclutar guerreros del inframundo /
y herbáceas Fundación seguirá sostienen la naturaleza /
guerreros de la guerrilla y mirar más allá de los infiernos /
mientras que en el universo de baja / imperativo poner la marcha sobre la superficie /
flor en el agua y flor en el espejo de Narciso /
No puedo verme muerto /
no iba a mirar en el interior /
porque habrá sólo en el abismo del corazón /
de la distancia abismal sombras y algas en el fondo /
por debajo del atolón /
en las profundidades del océano del Hades /
La mirada de los muertos existe /
se encuentra en el humor vítreo de la piedra /
esmalte sobre el vidrio que se rompa /
desde el espejo en pedazos /
y el radio en la noche es un espejo splintery /
y deja sin rostro reflejado Narciso /
en agua o en el que Rodopi relámpago /
espejo roto en mil pedazos /
No puedo verme muerto /
acaba de pasar otra mirada a través del cuerpo sin hierbas para la energía /
¿por qué no tener la dirección /
después de la caída de un rayo dentro de mí /
cuando el infierno es que anima el cuerpo escindido en mil pedazos /
conduce a los infiernos para hacer frente a estraçalhada Narciso /
, Estaba y estoy seguro /
Nosotros /
Morir se ha caído en /
hundirse en la tumba el cuerpo superficial /
bajo la arena que cubre el pensamiento y la pasión /
Éste pertenece a usted y no regresar a la superficie del agujero /
ser inerte bajo el peso de la arena en el cuerpo /
bajo las piedras erigidas en grave /
incapaz de respirar o pensar o amor /
Morir es salir del capullo del cuerpo /
cuando la crisálida sueño /
y abrir las alas de la mariposa /
vuelo en el bucólico de los campos de la poesía bucólica de Virgilio /
Pero no, en realidad, no es /
es sólo en la poesía /
donde todo es simbólico, como en matemáticas /
y no hay cuerpo físico de la persona que estamos oscuro /
puesto en el sarcófago de faraón vestido /
Egipto siempre arraigada en las dunas de arena y el tiempo en el desierto /
Faraón en Egipto y en cada uno de nosotros /
cuando el otro órgano que tenemos el alquimista /
y que es la química del cuerpo que están muertos alquimista /
también en el resto sarcófago construido a tres organismos /
porque hay un tercer cuerpo tenemos: /
electromagnético cuerpo /
donde reside el alma /
electromagnético alma sale del cuerpo a las caricias de las manos de frío /
cuando el cuerpo se desconecta electromagnéticos /
y el sol se aleja de la sombra de la muerte /
salir de la hierba para los gusanos /
No, no hay belleza en la muerte /
o el aislamiento se ahogó en la miel de abejas de oro /
ahogado en un mar de miel en someras /
la abeja que no construyó su celda de un ermitaño con la cera /
que escapó de la colmena para experimentar la conciencia de llorar por el final de la soledad en la muerte / y que está matando al lago en su propia miel /
Ni la abeja tratado de ser un Santo Antão, en forma de insectos /
oculta del sol en su zócalo de cera /
no arrastra la belleza de un violín de reproducción /
porque la muerte no es bella /
No, no: no se refiere a la muerte /
o flores o réquiem /
ni la más hermosa y melancólica elegía /
ni las lágrimas más fastidiosas /
no cubre la muerte /
porque la muerte es real /
no es la salida de la polilla capullo /
mariposa o el color amarillo que sale de la crisálida y la alfombra flotante /
pero la vista de las montañas y valles /
el final de la infeliz mirada fresca caminos cavar en la tierra /
ahora excavado en la tierra hoyo /
porque la muerte es el lamentable final de todos /
es caminar en el desierto desierto de la parte de atrás y escapar a la soledad de la libre / contemplando la imagen de Narciso en flor /
en el otro lado del espejo de agua /
en el otro lado de la soledad /
porque la muerte es el destino de los tres órganos del ser humano: /
el cuerpo físico que no vuelan en polilla /
no revolcarse en el charco de miel regurgitan /
cuerpo alquimista químicas abandonadas por fugas en el camino abierto en las piernas de las hierbas en flor /
electromagnéticos y el cuerpo /
¿cuál es el alma o de la instalación de trabajo /
mantener la cohesión de los otros dos órganos /
sin electromagnetismo se descompone /
no elegía escrita por el poeta /
en la inconclusa Amadeus Mozart Requiem /
La muerte es la sustancia que se hace el espejo de la vida /
otro espejo donde Narciso la vista que cada individuo /
mientras viven en la pegajosa sustancia primigenia /
es este lado del espejo en el que viven los ojos /
que se ve y ve el otro espejo en el agua por el río cantante /
las cabras de montaña que viven /
cabras en la oda a imaginar que Ricardo Reys /
o el bucólico de Alberto Caeiro /
Morir es peor que perder la guerra /
Roma es peor que perder a los Bárbaros /
colapso es más abrumadora y cruel /
a perder todo un Imperio Romano /
(La persona que soy y somos /
vale más que la Ciudad de Seven Hills /
y que los tres Imperio Romano: uno en Roma, otro en Bizâncio /
y una tercera en la Ciudad del Vaticano /
la Iglesia de Roma es el Imperio Romano mental /
con sus legiones en sotana armado con doctrinas /
Armado con la semiótica y la semiología en los mitos y rituales) /
Morir es finalmente retirarse de la soledad de sí mismo /
No hay más tiempo con los pies por las arenas de peregrinos ego /
pero ser enterrados en la fosa de ermitaño /
bajo el cristal del tiempo con la arena y los incendios industriales /
No retiro de la vida /
De salir de los tres órganos de cerrado en la naturaleza /
y dejar la mente en el testimonio poético /
listo para abrir los ojos de los scouts que firma /
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
DIALÉTICA DE SÓCRATES
A dialética, na forma de diálogos, que nos chegou na forma dos Diálogos de Platão, é uma descoberta, uma invenção ou convenção grega, um modo grego de interlocução consciente. Óbvio que a dialética como fato natural está presente em qualquer diálogo, mesmo o do animal em sua linguagem; entretanto, na forma consciente que a tornou o filósofo grego, Sócrates, em especial, que lha entrega a Platão como linguagem filosófica que, posteriormente cria a lógica na linguagem, com o silogismo aristotélico que se funda essencialmente nos princípios da identidade e da contradição.
O filósofo grego Sócrates, o grande conversador, introduz a consciência na dialética, cria a dialética auto-consciente ou da auto-consciência com seu célebre método : A Mayêutica, método socrático de filosofar que, posteriormente, possibilitou à filosofia atingir o ápice em Aristóteles com a invenção do silogismo ou lógica formal, esteio de todo o conhecimento que construiu a sociedade, a cultura e a civilização Ocidental, sendo estribo de todas as ciências e tecnologias atuais e passadas no Ocidente, desde a Idade Antiga, com Roma imperial, atravessando o buraco negro medieval deixado pelo desaparecimento da cultura helenística com o fim do Império Romano que, paulatinamente, foi substituído pela sua herdeira, sua princesa e filha : A Igreja Católica Apostólica Romana, que governou a Idade Média e, portanto, a primeira Idade da cultura Ocidental.
O grande conversador Sócrates descobre a dialética no diálogo e introduz a consciência dessas contradições no diálogo, o que cria a lógica, a gramática e as demais tecnologias intelectuais que permitiram ao homem dar os primeiros passos para a tecnologia científica atual.
Os pensadores gregos antes de Sócrates, os presocráticos, ainda não eram filósofos, no pensar de Heidegger, mas apenas pensadores. De fato, foi a dialética ( e a dialética socrática) que introduziu a consciência ou auto-consciência no diálogo comum, cotidiana; Sócrates, por sua parte, não limitava, como os pensadores pré-socráticos , esse diálogo aos seus discípulos, mas conversava com toda a população e isso se tornou uma característica fundamental da filosofia, que é um ofício de amor ao saber, de viver desse saber e para esse saber tão apaixonante e auto consciente, ou seja, um saber que, diferente do pensamento presocrático, não de limita a uma teoria solitária de um mestre, como no caso de Parmênides ou Heráclito, mas ao gozo e à posse da própria auto consciência; a filosofia, ao contrário do pensamento solitário dos pré-socráticos ou de Confúcio, Buda, Jesus Cristo, abria a cada indivíduo a possibilita de construir seu ser, de existir, de projetar e construir sua existência como indivíduo ( depois de Heidegger, como o expoente Jean-Paul Sartre, isso se denominou existencialismo, que é uma mistura de filosofia maior de Aristóteles e filosofia menor do cinismo, que nasceu de um pensamento de Sócrates também ).
A filosofia criou o individualismo genérico, ao alcance de todos, ao se espalhar como auto consciência de cada um e não de entes especiais que se individualizaram e criaram atrás de si uma escola que os prendia na doutrina daquele indivíduo primitivo que se transformou em instituição e dogma, como ocorreu na Igreja católica com Cristo e nas demais religiões e pensamentos de outros povos, como o confucionismo, budismo, induísmo, etc., que são esquecimentos do indivíduo presente, enquanto ser, enquanto existente, ou seja, do indivíduo presente, que é sacrificado no corpo de Cristo, por exemplo, que se abandona como um ermitão do indivíduo, um eremita de si mesmo e se isola a seguir o comportamento e pensamento de outrem : de Cristo, Confúcio, Buda, Einstein, Darwin, etc.
A filosofia, ao contrário, com a auto consciência que desperta no indivíduo torna-o um ser único e abandonada a si na sua liberdade e não a um ser liquidado entrega aos pés da cruz ou a Buda ou a qualquer pensamento científico ou não vigente como verdade atual. Todo pensamento será um futuro dinossauro, porquanto não é uma idéia compartilhada por indivíduos, por seres auto conscientes e, conseqüentemente, auto-construtores, livres e responsáveis por si e, concomitantemente, pelos outros, enquanto o pensamento, que se cristaliza ( se aliena) em instituições, destrói o indivíduo, sacrifica o indivíduo e cria um ser social subserviente e completamente inconsciente denominado de "massa".
Hegel, autor de "Fenomenologia o Espírito", provavelmente o estudo pioneiro sobre o fenômeno do pensamento, um livro, portanto, de auto-consciência , ou que analisa a auto consciência, que é a ramificação do pensamento de onde se origina a filosofia, que é um passo ( ou muitos) adiante no pensamento, passos que distam em muito do simples pensamento que, contraditoriamente, é apenas de um indivíduo, mas que quer se tornar tirânico, dominador, dogma, diversamente do passo da filosofia, cuja missão precípua é inaugurar a auto-consciência em cada indivíduo, deixá-lo livre para pensar e achar sua verdade única, que não pode s ser objetiva, porquanto é principalmente uma verdade sensível e contextual, como, aliás, todas as idéias dos cientistas que a ciência, enquanto instituição aliena inscrevendo-a na pedra de roseta de alguma instituição que passa a agir como pedra ( toda instituição são pensamento fossilizadas, pensamentos rochosos como a Grande Rochosa ).
A dialética em Hegel, que nasce de um novo diálogo, uma nova dialética introduzido pela tecnologia de Gutemberg, é um diálogo entre signos e não com a voz humana; já perde em si, no ato tecnológico que aliena, a filosofia que, em si, encarna muito do diálogo e do monólogo da tragédia e da comédia grega antiga. Por isso, a dialética em Hegel e, posteriormente, no discípulo em signos. Karl Marx, já não é exercício amoroso da filosofia, mas simplesmente pensamento : monólogos sobre pensamento, pois não pode haver diálogo, nem dialética ( diálogo auto-consciente) entre pessoas intermediadas por signos, ausentes no tempo e no espaço e no contexto, obviamente.
Quando muito é filosofia cínica, filosofia menor, expressa na práxis que, no marxismo, é um retorno à massificação que a história antiga, pelas religiões, faziam com o indivíduo que ficava inconscientes subjugados pelo pensamento de um profeta : no caso, Marx, foi esse profeta que destruiu o auto conhecimento e construiu uma utopia científica genial e válida até hoje e, provavelmente, para sempre, como são válidos os preceitos de Confúcio e de Cristo eternamente, porquanto sejam regras de ouro para se viver em sociedade.
Hegel descobriu essa dialética científica na natureza, como filósofo natural, possivelmente; foi da observação da tecnologia da natureza que Marx criou o marxismo ( um novo cristianismo com seus mártires e seus governantes).
A natureza deixa óbvio à percepção que o universo natural se move através do contraditório : o motor do contraditório move tudo, é responsável pela mutação freqüente e ininterrupta da natureza. Hegel e Marx imaginaram que esse motor natural, criador e executor da tecnologia natural, da confecção das espécies, etc., seria uma tecnologia que o homem consciente do seu movimento pudesse introduzir na história , ou seja, acalentaram a idéia utópica de construir um tal motor , tirado à tecnologia natural, um motor que move a historia natural, para mover a história humana, a história escrita, fictícia, imaginada do homem e da cultura, civilização, etc.
Hegel e Marx, mormente Marx, queriam mover a história que, como se pode depreender da visão deles, continuava imóvel, conquanto a tecnologia para a exploração do homem pelo homem movia-se vertiginosamente com o uso deste mesmo motor natural copiado em artefatos culturais que fizeram a Revolução Industrial, que foi a revolução tecnológica mais importante do ocidente e a única que continuou evoluindo, pois a Revolução Francesa, que continha a força desse motor sonhado por Hegel e Marx e construído pelos pensadores iluministas e enciclopedistas franceses, que foram filósofos por um instante, quando ocasionaram a Revolução francesa através de sua literatura.
Não obstante, como esses dois pensadores dialéticos, esses dois cientistas formais, Marx e Hegel, não sabiam nada de zoologia ( que o tolos chamam hoje de psicologia, embora a psicanálise de Freud e Jung e os mitos gregos, que derivaram em sátira e fábula, demonstraram que a psicologia é uma zoologia, que está descrita na face de Anúbis no Egito e de Quíron, o Centauro sábio ), porquanto a zoologia é a psicologia profunda que domina o homem, ser essencialmente obediente ao reino animal, de onde provem e de onde continua a receber ordens que não podem ser ignoradas senão à custa da sobrevivência, tal qual faz o mártir e o herói, que violam essas leis e são punidos como o titã Prometeu, que foi acorrentado até a morte, graças à uma desobediência desse teor.
A dialética de Hegel e Marx aborda as contradições, que é a essência sobre a qual repousa o pensamento de Hegel, o criador original desta forma de dialética : uma dialética sem diálogo, uma dialética do pensamento : uma dialética monologada e, portanto, não uma filosofia, que pressupõe a poesia, que traz em seu bojo a tragédia e a ode e a elegia, mas um mero pensamento, um monólogo sem Shakespeare ou Pirandello.
A contradição é o motor que move a natureza e, evidentemente, o pensamento, que é uma derivação de uma forma natural, de um impulso energético da natureza eletromagnética do cérebro ( o eletromagnetismo é a alma humana; cessando sem essas ondas eletromagnéticas e a corrente elétrica n cérebro e no coração, a vida cessa, oferecemos a alma a Deus ou e o corpo à natureza, outro nome para o deus de fora da mente ( o símbolo que somos se consubstancia na mente, coleção de símbolos, pinacoteca e biblioteca ).
A contradição, ou a observação dela, através da natureza, em seu motor fundamental colocado no espaço movido a "tempo" ( energias várias derivadas de movimentos ou motores originários no próprio espaço, que Einstein Chamou Espaço-tempo e Newton : Relatividade e Darwin : Seleção natural, origem das espécies, que são choques atômicos, moleculares, forças que criam tensões elétricas, mecânicas que causam os ventos, energias solares que movem a vida desde antes do seu germe, etc. ).
Essas contradições no cérebro originam a alienação, que é a invasão da natureza pelas extensões do cérebro, como o disse Mac-Luan, extensão que saltam do cérebro para a mão e destas para as ferramentas, máquinas, aparelhos, etc. e que colocam o homem fora do cérebro ( "fora de si " ), põe o homem dentro do mundo e fora de si, de sua consciência : põe o homem dentro da consciência misteriosa que rege a natureza e o própria homem enquanto súdito animal de seu reino natural, com suas leis objeto da ciência de Darwin, Newton, etc.
Essa posição ( tese) que o cérebro do homem toma em relação ao mundo natural, onde constrói o mundo social, a cultura, que desce nessas idéias advindas do cérebro humano que, posteriormente, dentro do comando de uma cultura se transforma em mente líquida, em mais um símbolo fora da natureza ( a mente é um símbolo fora do alcance das leis naturais, mas o cérebro não).
A mente é criada, como símbolo que carrega símbolos e signos, como uma forma de escapar dessa alienação da consciência, pois a mente é completamente livre ( por ser símbolo; símbolos e signos pode criar livremente : a matemática cria o infinito e a filosofia a questão do ser e do nada, assim como a poesia e a arte em geral criam histórias ou obras inexistentes, que transcendem, extravasam a realidade comezinha ) .
Sócrates foi o filósofo completo, o filósofo cínico temerário o suficiente para viver a sua filosofia e o sábio que que cria um método inquisitivo que vai introduzir a filosofia na sua maioridade : a filosofia maior, que tem que passar pela filosofia menor, pois esta é prática da razão, é a filosofia de práxis dos filósofos cínicos, na qual Marx se espelhou para tentar mudar o mundo de ponta-cabeça, colocando a filosofia sobre a terra, tirando-a das nuvens dos poetas e outros nefelibatas, embora sem sucesso, porquanto a filosofia prática dos cínicos acaba se transformando em política e faz mártires, tal qual no comunismo e n cristianismo,práticas de filósofos cínicos, nem sempre filósofos , mas atores filosóficos que tinham consciência da filosofia, mas não a viviam na auto-consciência, porquanto não eram filósofos genuínos, mas atores da filosofia e, portanto, não auto-conscientes, apenas atores que atuaram no papel dramático ou trágico de heróis e mártires. Sócrates, em sua peregrinação de vagabundo cínico, irônico, criou com suas frases tanto a filosofia menor dos cínicos, cuja escola se originou de um discípulo de Sócrates, Antístenes, que, fundou a escola de filosofia cínica fundamentada numa frase de Sócrates, enquanto Platão e, principalmente, colocaram seu fundamentos sobre o método socrático : a Mayêtica .
Sendo a mente livre, sem matéria e energia que a prenda à natureza, essa mente observa livremente a contradição e a alienação, que é a falta de auto-consciência ao do cérebro humano ao se por no mundo como consciência cerebral e sensorial, mas não pensar, não filosofar e, destarte, superar criticamente essa consciência cultura, tecnológica e científica enfim, superar o contexto com a filosofia que é livre como a mente, porque é a auto consciência descoberta no cérebro por Sócrates : o "homo sapiens sapiens".
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OUTRAS FONTES : Lucio Apuleyo : obras : Las metamorfosis o El asno de Oro; El Demonio de Sócrates , Barcelona, ediciones Omega .
Jenofonte, obras : recuerdos de Sócrates : banquete : Econômcos, Madrid , Editorial Gredos.
Aristófanes : Las Nubes, Madrid : Ediciones Clásicas.
Aristóteles: Obras Completas. Madrid, Editorial Gredos.
Máximo de Tiro : Disertaciones filosóficas. Madrid, Editorial Gredos.
Platón: Diálogos. Madrid, Editorial Gredos.
Plutarco : Obras Morales y de Costumbres ( Moralia ). Madrid : Editorial Gredos .
O filósofo grego Sócrates, o grande conversador, introduz a consciência na dialética, cria a dialética auto-consciente ou da auto-consciência com seu célebre método : A Mayêutica, método socrático de filosofar que, posteriormente, possibilitou à filosofia atingir o ápice em Aristóteles com a invenção do silogismo ou lógica formal, esteio de todo o conhecimento que construiu a sociedade, a cultura e a civilização Ocidental, sendo estribo de todas as ciências e tecnologias atuais e passadas no Ocidente, desde a Idade Antiga, com Roma imperial, atravessando o buraco negro medieval deixado pelo desaparecimento da cultura helenística com o fim do Império Romano que, paulatinamente, foi substituído pela sua herdeira, sua princesa e filha : A Igreja Católica Apostólica Romana, que governou a Idade Média e, portanto, a primeira Idade da cultura Ocidental.
O grande conversador Sócrates descobre a dialética no diálogo e introduz a consciência dessas contradições no diálogo, o que cria a lógica, a gramática e as demais tecnologias intelectuais que permitiram ao homem dar os primeiros passos para a tecnologia científica atual.
Os pensadores gregos antes de Sócrates, os presocráticos, ainda não eram filósofos, no pensar de Heidegger, mas apenas pensadores. De fato, foi a dialética ( e a dialética socrática) que introduziu a consciência ou auto-consciência no diálogo comum, cotidiana; Sócrates, por sua parte, não limitava, como os pensadores pré-socráticos , esse diálogo aos seus discípulos, mas conversava com toda a população e isso se tornou uma característica fundamental da filosofia, que é um ofício de amor ao saber, de viver desse saber e para esse saber tão apaixonante e auto consciente, ou seja, um saber que, diferente do pensamento presocrático, não de limita a uma teoria solitária de um mestre, como no caso de Parmênides ou Heráclito, mas ao gozo e à posse da própria auto consciência; a filosofia, ao contrário do pensamento solitário dos pré-socráticos ou de Confúcio, Buda, Jesus Cristo, abria a cada indivíduo a possibilita de construir seu ser, de existir, de projetar e construir sua existência como indivíduo ( depois de Heidegger, como o expoente Jean-Paul Sartre, isso se denominou existencialismo, que é uma mistura de filosofia maior de Aristóteles e filosofia menor do cinismo, que nasceu de um pensamento de Sócrates também ).
A filosofia criou o individualismo genérico, ao alcance de todos, ao se espalhar como auto consciência de cada um e não de entes especiais que se individualizaram e criaram atrás de si uma escola que os prendia na doutrina daquele indivíduo primitivo que se transformou em instituição e dogma, como ocorreu na Igreja católica com Cristo e nas demais religiões e pensamentos de outros povos, como o confucionismo, budismo, induísmo, etc., que são esquecimentos do indivíduo presente, enquanto ser, enquanto existente, ou seja, do indivíduo presente, que é sacrificado no corpo de Cristo, por exemplo, que se abandona como um ermitão do indivíduo, um eremita de si mesmo e se isola a seguir o comportamento e pensamento de outrem : de Cristo, Confúcio, Buda, Einstein, Darwin, etc.
A filosofia, ao contrário, com a auto consciência que desperta no indivíduo torna-o um ser único e abandonada a si na sua liberdade e não a um ser liquidado entrega aos pés da cruz ou a Buda ou a qualquer pensamento científico ou não vigente como verdade atual. Todo pensamento será um futuro dinossauro, porquanto não é uma idéia compartilhada por indivíduos, por seres auto conscientes e, conseqüentemente, auto-construtores, livres e responsáveis por si e, concomitantemente, pelos outros, enquanto o pensamento, que se cristaliza ( se aliena) em instituições, destrói o indivíduo, sacrifica o indivíduo e cria um ser social subserviente e completamente inconsciente denominado de "massa".
Hegel, autor de "Fenomenologia o Espírito", provavelmente o estudo pioneiro sobre o fenômeno do pensamento, um livro, portanto, de auto-consciência , ou que analisa a auto consciência, que é a ramificação do pensamento de onde se origina a filosofia, que é um passo ( ou muitos) adiante no pensamento, passos que distam em muito do simples pensamento que, contraditoriamente, é apenas de um indivíduo, mas que quer se tornar tirânico, dominador, dogma, diversamente do passo da filosofia, cuja missão precípua é inaugurar a auto-consciência em cada indivíduo, deixá-lo livre para pensar e achar sua verdade única, que não pode s ser objetiva, porquanto é principalmente uma verdade sensível e contextual, como, aliás, todas as idéias dos cientistas que a ciência, enquanto instituição aliena inscrevendo-a na pedra de roseta de alguma instituição que passa a agir como pedra ( toda instituição são pensamento fossilizadas, pensamentos rochosos como a Grande Rochosa ).
A dialética em Hegel, que nasce de um novo diálogo, uma nova dialética introduzido pela tecnologia de Gutemberg, é um diálogo entre signos e não com a voz humana; já perde em si, no ato tecnológico que aliena, a filosofia que, em si, encarna muito do diálogo e do monólogo da tragédia e da comédia grega antiga. Por isso, a dialética em Hegel e, posteriormente, no discípulo em signos. Karl Marx, já não é exercício amoroso da filosofia, mas simplesmente pensamento : monólogos sobre pensamento, pois não pode haver diálogo, nem dialética ( diálogo auto-consciente) entre pessoas intermediadas por signos, ausentes no tempo e no espaço e no contexto, obviamente.
Quando muito é filosofia cínica, filosofia menor, expressa na práxis que, no marxismo, é um retorno à massificação que a história antiga, pelas religiões, faziam com o indivíduo que ficava inconscientes subjugados pelo pensamento de um profeta : no caso, Marx, foi esse profeta que destruiu o auto conhecimento e construiu uma utopia científica genial e válida até hoje e, provavelmente, para sempre, como são válidos os preceitos de Confúcio e de Cristo eternamente, porquanto sejam regras de ouro para se viver em sociedade.
Hegel descobriu essa dialética científica na natureza, como filósofo natural, possivelmente; foi da observação da tecnologia da natureza que Marx criou o marxismo ( um novo cristianismo com seus mártires e seus governantes).
A natureza deixa óbvio à percepção que o universo natural se move através do contraditório : o motor do contraditório move tudo, é responsável pela mutação freqüente e ininterrupta da natureza. Hegel e Marx imaginaram que esse motor natural, criador e executor da tecnologia natural, da confecção das espécies, etc., seria uma tecnologia que o homem consciente do seu movimento pudesse introduzir na história , ou seja, acalentaram a idéia utópica de construir um tal motor , tirado à tecnologia natural, um motor que move a historia natural, para mover a história humana, a história escrita, fictícia, imaginada do homem e da cultura, civilização, etc.
Hegel e Marx, mormente Marx, queriam mover a história que, como se pode depreender da visão deles, continuava imóvel, conquanto a tecnologia para a exploração do homem pelo homem movia-se vertiginosamente com o uso deste mesmo motor natural copiado em artefatos culturais que fizeram a Revolução Industrial, que foi a revolução tecnológica mais importante do ocidente e a única que continuou evoluindo, pois a Revolução Francesa, que continha a força desse motor sonhado por Hegel e Marx e construído pelos pensadores iluministas e enciclopedistas franceses, que foram filósofos por um instante, quando ocasionaram a Revolução francesa através de sua literatura.
Não obstante, como esses dois pensadores dialéticos, esses dois cientistas formais, Marx e Hegel, não sabiam nada de zoologia ( que o tolos chamam hoje de psicologia, embora a psicanálise de Freud e Jung e os mitos gregos, que derivaram em sátira e fábula, demonstraram que a psicologia é uma zoologia, que está descrita na face de Anúbis no Egito e de Quíron, o Centauro sábio ), porquanto a zoologia é a psicologia profunda que domina o homem, ser essencialmente obediente ao reino animal, de onde provem e de onde continua a receber ordens que não podem ser ignoradas senão à custa da sobrevivência, tal qual faz o mártir e o herói, que violam essas leis e são punidos como o titã Prometeu, que foi acorrentado até a morte, graças à uma desobediência desse teor.
A dialética de Hegel e Marx aborda as contradições, que é a essência sobre a qual repousa o pensamento de Hegel, o criador original desta forma de dialética : uma dialética sem diálogo, uma dialética do pensamento : uma dialética monologada e, portanto, não uma filosofia, que pressupõe a poesia, que traz em seu bojo a tragédia e a ode e a elegia, mas um mero pensamento, um monólogo sem Shakespeare ou Pirandello.
A contradição é o motor que move a natureza e, evidentemente, o pensamento, que é uma derivação de uma forma natural, de um impulso energético da natureza eletromagnética do cérebro ( o eletromagnetismo é a alma humana; cessando sem essas ondas eletromagnéticas e a corrente elétrica n cérebro e no coração, a vida cessa, oferecemos a alma a Deus ou e o corpo à natureza, outro nome para o deus de fora da mente ( o símbolo que somos se consubstancia na mente, coleção de símbolos, pinacoteca e biblioteca ).
A contradição, ou a observação dela, através da natureza, em seu motor fundamental colocado no espaço movido a "tempo" ( energias várias derivadas de movimentos ou motores originários no próprio espaço, que Einstein Chamou Espaço-tempo e Newton : Relatividade e Darwin : Seleção natural, origem das espécies, que são choques atômicos, moleculares, forças que criam tensões elétricas, mecânicas que causam os ventos, energias solares que movem a vida desde antes do seu germe, etc. ).
Essas contradições no cérebro originam a alienação, que é a invasão da natureza pelas extensões do cérebro, como o disse Mac-Luan, extensão que saltam do cérebro para a mão e destas para as ferramentas, máquinas, aparelhos, etc. e que colocam o homem fora do cérebro ( "fora de si " ), põe o homem dentro do mundo e fora de si, de sua consciência : põe o homem dentro da consciência misteriosa que rege a natureza e o própria homem enquanto súdito animal de seu reino natural, com suas leis objeto da ciência de Darwin, Newton, etc.
Essa posição ( tese) que o cérebro do homem toma em relação ao mundo natural, onde constrói o mundo social, a cultura, que desce nessas idéias advindas do cérebro humano que, posteriormente, dentro do comando de uma cultura se transforma em mente líquida, em mais um símbolo fora da natureza ( a mente é um símbolo fora do alcance das leis naturais, mas o cérebro não).
A mente é criada, como símbolo que carrega símbolos e signos, como uma forma de escapar dessa alienação da consciência, pois a mente é completamente livre ( por ser símbolo; símbolos e signos pode criar livremente : a matemática cria o infinito e a filosofia a questão do ser e do nada, assim como a poesia e a arte em geral criam histórias ou obras inexistentes, que transcendem, extravasam a realidade comezinha ) .
Sócrates foi o filósofo completo, o filósofo cínico temerário o suficiente para viver a sua filosofia e o sábio que que cria um método inquisitivo que vai introduzir a filosofia na sua maioridade : a filosofia maior, que tem que passar pela filosofia menor, pois esta é prática da razão, é a filosofia de práxis dos filósofos cínicos, na qual Marx se espelhou para tentar mudar o mundo de ponta-cabeça, colocando a filosofia sobre a terra, tirando-a das nuvens dos poetas e outros nefelibatas, embora sem sucesso, porquanto a filosofia prática dos cínicos acaba se transformando em política e faz mártires, tal qual no comunismo e n cristianismo,práticas de filósofos cínicos, nem sempre filósofos , mas atores filosóficos que tinham consciência da filosofia, mas não a viviam na auto-consciência, porquanto não eram filósofos genuínos, mas atores da filosofia e, portanto, não auto-conscientes, apenas atores que atuaram no papel dramático ou trágico de heróis e mártires. Sócrates, em sua peregrinação de vagabundo cínico, irônico, criou com suas frases tanto a filosofia menor dos cínicos, cuja escola se originou de um discípulo de Sócrates, Antístenes, que, fundou a escola de filosofia cínica fundamentada numa frase de Sócrates, enquanto Platão e, principalmente, colocaram seu fundamentos sobre o método socrático : a Mayêtica .
Sendo a mente livre, sem matéria e energia que a prenda à natureza, essa mente observa livremente a contradição e a alienação, que é a falta de auto-consciência ao do cérebro humano ao se por no mundo como consciência cerebral e sensorial, mas não pensar, não filosofar e, destarte, superar criticamente essa consciência cultura, tecnológica e científica enfim, superar o contexto com a filosofia que é livre como a mente, porque é a auto consciência descoberta no cérebro por Sócrates : o "homo sapiens sapiens".
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OUTRAS FONTES : Lucio Apuleyo : obras : Las metamorfosis o El asno de Oro; El Demonio de Sócrates , Barcelona, ediciones Omega .
Jenofonte, obras : recuerdos de Sócrates : banquete : Econômcos, Madrid , Editorial Gredos.
Aristófanes : Las Nubes, Madrid : Ediciones Clásicas.
Aristóteles: Obras Completas. Madrid, Editorial Gredos.
Máximo de Tiro : Disertaciones filosóficas. Madrid, Editorial Gredos.
Platón: Diálogos. Madrid, Editorial Gredos.
Plutarco : Obras Morales y de Costumbres ( Moralia ). Madrid : Editorial Gredos .
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